Agressão a Marina Silva provoca repúdio à violência contra mulheres

Marina Silva é hostilizada durante caminhada em São Paulo

Lideranças políticas condenaram o episódio e defenderam medidas contra a violência de gênero

Marina Silva, candidata ao Senado por São Paulo, foi hostilizada por um homem durante uma caminhada de mulheres realizada na segunda-feira (17), no centro da capital paulista. O episódio ocorreu quando Marina, que se recupera de uma lesão na coluna, caminhava pela calçada para evitar a aglomeração. O homem a agarrou pelo ombro e fez provocações, sendo afastado por militantes e assessores.

Marina se refugiou em um comércio próximo e não sofreu ferimentos. Mais tarde, durante o ato, afirmou que não pretende recuar diante de agressões e defendeu uma campanha marcada pelo respeito e pela paz. O caso provocou manifestações de solidariedade de políticos e dirigentes partidários. Simone Tebet classificou o episódio como violência política de gênero, enquanto outras lideranças repudiaram a agressão e defenderam o combate à misoginia na política.

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