Senador eleito vê alerta no mercado e critica benefícios eleitorais
O senador eleito por Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PL), criticou os gastos públicos e cobrou reformas após a forte queda da Bolsa. Para ele, o Brasil estaria pagando a conta de uma política que, segundo sua avaliação, priorizou a eleição. No mercado financeiro, o susto veio sem precisar de discurso.
Bolsa despenca e a conta vira assunto
O Ibovespa caiu 13,88% no primeiro pregão após o segundo turno, e o circuit breaker foi acionado. O mercado reagiu com nervosismo, enquanto juros dispararam. Na prática, quando os números despencam, até o investidor mais otimista perde o sorriso.
Reinaldo afirmou que o país precisa controlar despesas para ampliar investimentos em saúde, educação, segurança e infraestrutura. Defendeu gastar menos com a máquina pública e mais com a população — uma promessa que costuma aparecer no discurso político, mas exige resultados na prática.
Eleito com 903.554 votos, o futuro senador promete levar a agenda fiscal para Brasília a partir de 2027. Até lá, o desafio será transformar frases de efeito em propostas concretas, porque o brasileiro já conhece bem a diferença entre anunciar reformas e fazê-las sair do papel.
