Pollon explica em entrevista como a decisão de tornar Bolsonaro réu impacta ao Brasil

Em participação no programa Boca do Povo, da Difusora Pantanal, FM 101.9, Marcos Pollon repercutiu a medida do STF (Supremo Tribunal Federal), de tornar réu, Jair Messias Bolsonaro. Amigo pessoal do presidente que enfrentou o sistema, e também do seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o parlamentar analisou politicamente o impacto da decisão.

“Eu espero que, para o bem do Brasil, Deus ilumine a consciência destes julgadores, para que eles tenham o mínimo de bom senso. O que está em julgamento, não é exclusivamente Bolsonaro, e sim o Estado de Direito”, alertou Pollon.

Advogado de formação, e professor de matérias como Direito Constitucional e Direito Processual, o congressista explicou ainda no programa, o perigo à ordem brasileira, por conta de jurisprudências que configurem excessos ao respeito da liberdade, a cada cidadão.

“O marco, que diferencia uma ditadura, a um país, que seja efetivamente democrático, é algo simples. Quem vive sob o império de leis, está em um Estado de Direito, e quem não vive isso, em decorrência da força de uma tirania, está em uma Ditadura”, frisou o deputado federal.

Quanto à sua visão, dos próximos capítulos que envolvem o processo, pautado na tese de um suposto “Golpe de Estado”, Pollon deixa claro a sua confiança, no que determina o maior pilar para a estrutura de um Estado. Uma vez que, em razão de aspectos constitucionais, Bolsonaro deve no futuro ser inocentado, podendo até concorrer novamente à Presidência.

“Eu tenho esperança, pois creio no Deus do impossível, e vou além. Meu candidato a presidente, continuará sendo Bolsonaro, até o momento que eu chegar na urna. Não se trata, neste momento, de avaliar se ele é culpado ou inocente, e sim o respeito à Constituição. Existem princípios, do devido Processo Legal, que preceituam, para qualquer pessoa, o andamento acusatório no Judiciário. Pois, quando se tira esse direito, de forma escrachada, pública e televisionada também, a democracia fica em risco. Seja um ex-presidente ou outro cidadão”, destacou o parlamentar.

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