Na reta final da campanha, Gerson Claro reforça diálogo e presença nos municípios como marcas da atuação política

Em agenda pelo interior de Mato Grosso do Sul, presidente da Assembleia destaca que ouvir a população, respeitar as diferenças e colocar o interesse público em primeiro lugar orientam sua trajetória

Na reta final da campanha eleitoral, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Gerson Claro (PP), tem intensificado as agendas pelo interior do Estado. Candidato à reeleição, o parlamentar vem percorrendo municípios, participando de reuniões, caminhadas e encontros com moradores e lideranças para apresentar o trabalho realizado e ouvir as demandas de cada região.

As visitas reforçam uma característica que Gerson relaciona à própria forma de fazer política: estar próximo da população, compreender diferentes realidades e construir decisões a partir do diálogo.

“Eu aprendi que política a gente não faz olhando para o umbigo. Você tem que entender o momento que vive”, afirmou durante entrevista recente.

Nas últimas semanas, a agenda de Gerson passou por diferentes regiões de Mato Grosso do Sul. Entre os municípios registrados nas agendas recentes estão Sonora, Pedro Gomes, Coxim, Rio Verde, São Gabriel do Oeste, Camapuã, Costa Rica, Chapadão do Sul, Cassilândia, Aparecida do Taboado, Caarapó, Juti, Guia Lopes da Laguna, Jardim e Sidrolândia, além de outras cidades visitadas ao longo da campanha.

Os compromissos incluem conversas com moradores, prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e representantes de diferentes setores. Em Três Lagoas, por exemplo, Gerson participou de ato de campanha no dia 15 de setembro e destacou a intenção de manter uma atuação municipalista e o diálogo com a cidade.

Política feita com diálogo

Para Gerson, essa proximidade também está ligada ao papel exercido pelo parlamentar dentro da Assembleia Legislativa. Na entrevista, ele defendeu que autoridade política não deve ser confundida com imposição, mas construída pela capacidade de diálogo.

“Autoridade é você ter capacidade de ouvir, respeitar as diferenças e sempre colocar à frente o interesse público”, afirmou.

Desde que chegou à Assembleia, Gerson exerceu a liderança do governo, presidiu a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e assumiu a Presidência da Casa, atualmente em seu segundo mandato consecutivo no comando do Legislativo.

Segundo o deputado, a experiência acumulada nessas funções não alterou a importância que atribui ao contato direto com a sociedade.

“Não tem sentido uma Assembleia Legislativa longe do povo. Não tem sentido um deputado que não consegue andar no meio do povo”, declarou.

É com esse discurso que Gerson tem levado a campanha para diferentes regiões do Estado. As agendas têm servido tanto para apresentar ações do mandato quanto para discutir necessidades locais e ouvir o que moradores e lideranças apontam como prioridades para os próximos anos.

Estabilidade para desenvolver Mato Grosso do Sul

Outro eixo destacado por Gerson é a contribuição do Legislativo para a estabilidade institucional de Mato Grosso do Sul. Na avaliação apresentada pelo deputado durante a entrevista, diálogo entre os Poderes, confiança e segurança jurídica são elementos que ajudam a formar um ambiente favorável à atração de investimentos e à diversificação econômica.

O parlamentar cita a expansão de diferentes cadeias produtivas — da proteína animal à celulose e ao etanol de milho — ao tratar das transformações econômicas vividas pelo Estado nos últimos anos. Para Gerson, esse movimento exige também capacidade do poder público de acompanhar o crescimento e criar condições para que seus efeitos alcancem a população.

“Tenho tranquilidade de dizer que a Assembleia contribuiu para essa estabilidade política, para poder criar esse ambiente de prosperidade”, afirmou.

Na reta final antes da votação de 4 de outubro, Gerson pretende manter a agenda de contato com os municípios. A eleição deste ano ocorre em 4 de outubro, e o parlamentar disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa.

Para Gerson, o desenvolvimento econômico precisa ter reflexos concretos na vida das pessoas. “A prosperidade só tem sentido se ela chegar na casa de cada cidadão sul-mato-grossense, e é para isso que nós trabalhamos”, concluiu.

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