domingo, 18/01/2026

Marçal é condenado por uso indevido de música de Dexter

O influenciador Pablo Marçal (PRTB) foi condenado pela Justiça de São Paulo a indenizar o rapper Dexter em R$ 20 mil por uso não autorizado da música Oitavo Anjo. A decisão, proferida na quarta-feira (23), atende a uma ação movida pelas empresas Atração Produções Ilimitadas, Atração Fonográfica Ltda. e pelo próprio artista.

Durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024, Marçal usou trechos da canção, inclusive a frase “acharam que eu estava derrotado, quem achou, estava errado”, em cortes de vídeos publicados nas redes sociais. As postagens também incluíam menções diretas ao cantor.

Para os autores do processo, o uso da obra sem autorização violou os direitos autorais e configurou uma grave ofensa à honra e reputação de Dexter, que discorda publicamente da ideologia política defendida por Marçal.

A magistrada responsável pelo caso estendeu a responsabilização à plataforma Facebook, onde o conteúdo foi divulgado. Marçal, no entanto, ainda pode recorrer da decisão.

Em sua defesa, o empresário afirmou que a citação ocorreu durante uma entrevista ao vivo e que não teve fins comerciais. Ele também invocou o direito à liberdade de expressão, argumento rejeitado pela Justiça.

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

R$ 35 milhões na Mega-Sena: prêmio acumula novamente

O concurso 2.959 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (13), não teve ganhador para as seis dezenas, fazendo com que o prêmio estimado para o...

Fogo consome carreta carregada de eucalipto na BR-262

Apesar do susto, ninguém ficou ferido durante o incidente. Uma carreta carregada com toras de eucalipto foi consumida pelo fogo na madrugada desta terça-feira...

Governo poderá usar tecnologia para aumentar doações de sangue

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou em dezembro uma proposta que permite ao governo federal utilizar ferramentas digitais para estimular a...

Brasil paga R$ 2,2 bilhões a organismos internacionais em 2025

Em 2025, o Brasil destinou R$ 2,2 bilhões para quitar contribuições a organismos internacionais, incluindo integralizações e recomposições de cotas em bancos de desenvolvimento...