Justiça exige laudos sobre casa em caso Bernal

Ex-prefeito segue preso e responde por homicídio qualificado e porte ilegal de arma

Órgãos periciais têm prazo de cinco dias para entrega de documentos

A Justiça determinou prazo para que o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, o Imol e a Coordenadoria-Geral de Perícias apresentem laudos e documentos sobre o assassinato do fiscal tributário Roberto Carlos Mazzini, morto em 24 de março em Campo Grande. O ex-prefeito Alcides Bernal foi denunciado por homicídio qualificado e porte ilegal de arma e permanece preso. O juiz Carlos Alberto Garcete requisitou ainda documentos que esclareçam a situação do imóvel onde ocorreu o crime, arrematado pela vítima em leilão após perda por dívidas.

O cartório responsável deve enviar a escritura em até cinco dias. Também foram solicitados laudos pendentes do Instituto de Criminalística. Segundo a denúncia, o crime teria sido motivado por vingança pela perda da casa. A vítima foi atingida por disparos ao tentar tomar posse do imóvel e morreu após tentativa de reanimação. Após o crime, Bernal se apresentou à polícia e o caso segue sob investigação.

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