Propaganda irregular rende multas e aditivo aumenta conta em Jaraguari
O Gaeco aposta no celular do advogado Amilton Ferreira de Almeida para esclarecer o possível vazamento da ordem de prisão do delegado Hoffman D’Ávila. Sem acesso ao conteúdo das mensagens do policial, os investigadores tentam juntar as peças. Por enquanto, o telefone do advogado pode ser a chave para abrir conversas que continuam no escuro.
Em São Gabriel do Oeste, o Tribunal de Contas suspendeu uma licitação de R$ 277,3 mil após identificar possíveis restrições injustificadas no edital. A prefeitura terá cinco dias úteis para dar explicações. Pelo visto, até para contratar um sistema de água e esgoto é preciso explicar por que algumas portas parecem estreitas demais.
Em Ivinhema, três candidatos receberam multas de R$ 2 mil cada por propaganda eleitoral irregular perto de escolas usadas como locais de votação. A campanha passou, mas o rastro deixado nas ruas acabou rendendo punição. O eleitor vota, a fiscalização registra e a Justiça manda a conta.
Já em Jaraguari, um aditivo de R$ 518 mil elevou para R$ 7,4 milhões o contrato de monitoramento e fornecimento de combustível da frota municipal. Enquanto investigadores procuram mensagens e órgãos de controle cobram explicações, os contratos públicos continuam crescendo. Para o contribuinte, resta acompanhar os números porque a conta, essa chega sem precisar de investigação.
