Capital sobe 33 posições e fica em 4° lugar no ranking de saneamento

Campo Grande fica no top 5 no cenário nacional do saneamento básico ao conquistar a 4ª posição no Ranking do Saneamento 2026. A Capital supera as médias brasileiras em abastecimento de água, coleta de esgoto, investimentos e controle de perdas, consolidando-se entre as 37 cidades mais bem posicionadas do país. Os dados têm como base informações do último levantamento do Sinisa (Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico).

Dos 100 maiores municípios brasileiros, apenas 37 atingem níveis considerados próximos da universalização do saneamento básico. Esse resultado se deve ao fato de que essas cidades conseguem cumprir as metas estabelecidas pelo novo marco legal do setor, que preveem cerca de 99% de cobertura de abastecimento de água, 90% de coleta de esgoto e 80% de tratamento do esgoto gerado.

Um exemplo prático desse avanço em Campo Grande é a disponibilização de água potável acessível à população em pleno centro da cidade. Na Praça Ary Coelho, localizada no coração da Capital, há um bebedouro público que oferece água tratada e gelada durante todo o dia, garantindo acesso gratuito e reforçando, na prática, o compromisso do município com a qualidade dos serviços de saneamento e o bem-estar da população.

Para o diretor-presidente da Agereg, José Mário Antunes, o objetivo da Agência de Regulação é posicionar Campo Grande como referência nacional antes mesmo do prazo estabelecido pelo novo Marco Legal do Saneamento.

“A expectativa é que, antes de 2033, a universalização dos serviços de esgotamento sanitário seja uma realidade em nossa capital. Além disso, até dezembro de 2028, o município deverá atender, no mínimo, 98% da população com cobertura de esgoto”, afirmou José Mário Antunes.

Ampliação do abastecimento de água

Campo Grande fechou 2024 com 98,72% de atendimento total de água, índice superior à média brasileira de 84,1% e muito próximo do nível de excelência de 99% adotado pelo ranking.

Na coleta de esgoto, a Capital alcançou 91,11% de cobertura, superando com folga a média nacional de 56,7% e posicionando-se entre as poucas capitais brasileiras acima do patamar de 90%.

Fortalecimento dos investimentos

O município registrou investimento de R$ 217,39 por habitante, acima da média nacional de R$ 137,02 e da média das capitais, de R$ 138,27, aproximando-se do valor de referência para universalização dos serviços.

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