O papa Leão XIV recebeu oficialmente o convite para integrar o “Conselho de Paz”, iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pretende reunir líderes mundiais para promover estabilidade global. O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, afirmou que o tema exige reflexão e tempo para uma resposta adequada. “Recebemos o convite, o papa também o recebeu, e estamos analisando cuidadosamente”, disse Parolin. Outros líderes, como Luiz Inácio Lula da Silva, Viktor Orbán e Mark Carney, também foram convidados. Inicialmente voltado para a reconstrução da Faixa de Gaza, o conselho poderá atuar em outras regiões, segundo a Casa Branca. A participação permanente exige contribuições de até US$ 1 bilhão.
A decisão do Vaticano será acompanhada de perto por observadores internacionais, considerando os impactos diplomáticos e simbólicos. O convite desperta debates sobre a relação entre instituições religiosas e fóruns políticos. Especialistas destacam a importância de avaliar cuidadosamente a posição do papa diante de conflitos globais. A iniciativa de Trump já provoca discussões sobre estratégia, poder e influência internacional.
