O STF aumentou as medidas de segurança para o julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, marcado para os dias 25 e 26 de março. A denúncia envolve acusação de tentativa de golpe de Estado e será analisada pela Primeira Turma do STF, composta por cinco ministros. A segurança inclui controle restrito de acesso, monitoramento do ambiente e aumento no efetivo policial, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.
Além disso, o tribunal implementou restrições para jornalistas credenciados, com a circulação sendo limitada e áreas como os gabinetes dos ministros e o estacionamento, normalmente acessíveis, agora bloqueadas. O plano também prevê o uso de equipes de pronta resposta para emergências.
O julgamento decidirá se Bolsonaro e seus aliados, incluindo ex-ministros e militares, se tornarão réus no processo. Se a denúncia for aceita, será aberta uma ação penal, que pode resultar em condenação e prisão ao final do processo. O STF tem adotado medidas preventivas, após o ataque a bomba em novembro do ano passado, com o reforço na segurança armada e grades em seus acessos.