Manifesto em defesa da verdade e do conhecimento

Dakila se manifesta publicamente com repúdio à Reportagem da Folha de S. Paulo

Nos últimos dias, o jornal paulista Folha de São publicou uma matéria, tratando do tratado firmado entre Dakila Pesquisas e o governo de São Paulo. Para Dakila, a matéria foi claramente sensacionalista (desde o título), e buscava interesses obscuros que não a informação.

No domingo, 5 de outubro, Dakila Pesquisa tornou pública uma nota no qual explica os termos do tratado com o governo paulista, salientando que não houve, em hipótese alguma, o repasse de recursos públicos do governo de SP à associação de pesquisas, que desde então realizou seus trabalhos de campo com recursos e pessoal próprio, sempre em busca de descobertas a respeito do mítico Caminho de Peabiru, objeto de pesquisas de Dakila há muito tempo.

Confira a nota, abaixo:

Manifesto em Defesa da Verdade e do Conhecimento

Repúdio à Reportagem da Folha de S. Paulo

No dia 2 de outubro de 2025, a Folha de S. Paulo publicou uma matéria cujo título afirmava que “Criador da teoria do Ratanabá manteve acordo com gestão Tarcísio”. Um título que insinua, distorce e tenta reduzir a seriedade de um trabalho científico a uma caricatura sensacionalista.

Diante desse ataque à verdade e da desonra ao verdadeiro jornalismo, a Associação Dakila Pesquisas vem a público manifestar seu mais firme repúdio à reportagem e à conduta editorial que a sustentou. O que se viu na publicação da Folha não foi jornalismo. Foi a negação dele. Trata-se de uma matéria construída sob o viés da desinformação e da superficialidade, que despreza a apuração rigorosa e se refugia em julgamentos prontos, tentando desqualificar décadas de pesquisa com frases distorcidas e conclusões convenientes.

A Folha, que um dia simbolizou o compromisso democrático e a defesa da liberdade, hoje se rende ao ruído fácil e à manipulação narrativa que corrói o ofício de informar. Sua atitude revela a que ponto chegou o jornalismo tradicional no Brasil. Submisso a interesses obscuros, atrelado a grupos de poder e convertido em instrumento de manipulação da opinião pública. A imprensa que um dia se dizia livre hoje se transforma em agente de desinformação, disseminando falsidades e distorções ao sabor da conveniência política e econômica.

O episódio protagonizado pela Folha não é um caso isolado. Ele reflete um padrão. Uma retórica que se repete nos últimos tempos de agir exclusivamente em prol de interesses que se ocultam sob o discurso da verdade. Essa prática destrói a credibilidade da imprensa e ameaça a própria essência da profissão jornalística. Quando o jornalismo deixa de servir à verdade para servir a interesses, morre com ele a ideia de uma imprensa livre, e morre também a dignidade da função que lhe deu origem.

O protocolo de intenções firmado entre a associação Dakila e o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Turismo e Viagens, não foi uma iniciativa de Dakila, mas um pedido do próprio Governo. Foram as autoridades estaduais que buscaram a associação, reconheceram seu trabalho e propuseram formalmente a parceria, que foi celebrada em plena conformidade com os princípios da legalidade e da transparência.

O objetivo do protocolo era simples e nobre. Oferecer conhecimento, tecnologia e legado científico ao Estado de São Paulo, em benefício do turismo, da pesquisa e do desenvolvimento. Nenhum recurso público foi utilizado, e nenhuma contrapartida financeira foi firmada. Tudo foi realizado com base em recursos próprios, fruto do trabalho e da dedicação de milhares de colaboradores e apoiadores que acreditam no poder transformador do conhecimento livre.

Contudo, ao primeiro sinal de pressão midiática, o mesmo Governo que buscou o Instituto preferiu recuar. Tentou dar a entender que não sabia dos fatos, como se o que havia sido formalmente assinado e divulgado tivesse acontecido às escondidas. Tal comportamento, além de incoerente, revela o medo de sustentar a verdade diante da opinião pública e a falta de firmeza de quem deveria zelar pela seriedade das próprias decisões.

Dakila existe há mais de trinta anos e sua atuação vai muito além da astrobiologia ou da ufologia. Dakila pesquisa e contribui em áreas como arqueologia, geociências, astronomia, engenharia aeroespacial, saúde, sustentabilidade, patrimônio histórico e linguístico, educação e turismo científico. Enquanto muitos exploram o conhecimento como produto, Dakila o oferece como serviço à humanidade. Livre, transparente e independente.

É chocante ver a Folha de S. Paulo, o jornal que um dia empunhou as bandeiras das Diretas Já e da liberdade de expressão, hoje se transformar em porta-voz do descrédito e da desinformação. O veículo que um dia defendeu a democracia agora tenta silenciar a pesquisa independente, como se o pensamento livre fosse uma ameaça ao controle das narrativas. O símbolo da resistência à censura tornou-se instrumento de negação da ciência e de perseguição à verdade.

A história ensina que toda descoberta genuína incomoda. O novo sempre desperta desconforto nos que preferem o domínio das velhas verdades. Mas a ciência verdadeira não se submete a conveniências. Ela questiona, avança e ilumina. Dakila é parte desse avanço, e o futuro, quando chega, perturba os que ainda vivem presos ao passado.

O próprio Manual da Folha de S. Paulo afirma que “o compromisso maior do jornal é com a exatidão dos fatos”. É esse compromisso que o jornal abandonou. Ao preferir a conveniência à verdade, traiu o seu próprio código ético e a memória de jornalistas que um dia honraram o ofício de informar.

Dakila não teme o julgamento do presente, porque é guiada pelo futuro. A cada pesquisa, a cada descoberta, reafirma-se um ideal. O de buscar a verdade como instrumento de evolução humana. Essa verdade não pertence a grupos, governos ou veículos de imprensa. Ela pertence à humanidade. Enquanto alguns fabricam narrativas, Dakila produz evidências. Enquanto uns buscam ferir, Dakila busca esclarecer. Enquanto alguns se acovardam diante da pressão, Dakila se ergue diante dos fatos.

À frente dessa jornada está Urandir Fernandes de Oliveira, fundador do Ecossistema Dakila, cuja vida é dedicada à pesquisa e à difusão do saber, movido por um compromisso inabalável com a verdade e o avanço da ciência independente. Sua liderança inspira a coragem de pensar além do óbvio e enfrentar as forças que tentam limitar o conhecimento.

O verdadeiro jornalismo não teme o novo. Ele o investiga. A verdadeira ciência não teme o questionamento. Ela o acolhe. Da mesma forma, o verdadeiro compromisso de um governo é com a população. E não com a elite da comunicação que se alimenta da manipulação e da má-fé. Governar é servir ao povo, e não temer manchetes. É sustentar a verdade, e não se dobrar diante dos interesses daqueles que tentam controlar o discurso.

Quando um governo escolhe agradar ao ruído em vez de defender o justo, abdica de sua missão maior. A de proteger o interesse coletivo e garantir que a verdade prevaleça sobre a manipulação.

Mas Dakila segue firme, transparente e comprometida com o mesmo ideal que moveu os grandes jornalistas e cientistas da história. A busca incansável pela verdade.

A verdade não se dobra, não se vende e não se apaga.

Ela é o farol que ilumina o caminho da humanidade.

E Dakila é esse farol. Aceso, livre e inabalável.

Redação: Impacto Dakila  – Mirtes Ramos 

Fonte: Dakila Assessoria de Comunicação

Foto: Divulgação 

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