O Impacto das Ações Fiscais e a Recuperação dos Biomas Nacionais
Quando tomou posse em janeiro de 2023, o presidente Lula encontrou um cenário de destruição da política ambiental promovida pelo governo anterior, com aumento do desmatamento e isolamento internacional do Brasil nos debates climáticos. Diante disso, o atual governo reestruturou a fiscalização e reativou o PPCDAm, estabelecendo o compromisso de zerar o desmatamento ilegal em todos os biomas até 2030, com esforços focados na Amazônia e na proteção dos povos indígenas.
Como reflexo imediato dessas ações estruturadas, o desmatamento no país registrou uma queda histórica de 20,6% entre 2024 e 2025, poupando a atmosfera da emissão de centenas de milhões de toneladas de gases de efeito estufa. Na Terra Indígena Yanomami, operações intensificadas contra o garimpo ilegal desarticularam estruturas criminosas e geraram prejuízos milionários aos infratores, evidenciando o papel do manejo integrado do fogo e a preparação rumo à COP30. Além disso, a implementação da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo resultou em uma redução de 39% na área queimada nacionalmente, com destaque para a preservação do Pantanal.
Por fim, o financiamento bilionário para a sociobioeconomia e o desenvolvimento de planos de adaptação urbana recolocaram o país na liderança das discussões ecológicas globais.
