Investigação apontou transporte de cocaína em caminhões adaptados e estrutura criminosa com atuação em Mato Grosso do Sul e no Paraná
As defesas tentaram anular as condenações da Operação All In, mas o TRF3 rejeitou os recursos de nove condenados. Gerson Palermo continua com a pena de 59 anos, 9 meses e 1 dia de prisão. A tentativa de reverter o placar não funcionou. Os advogados alegaram falhas na investigação, problemas nas interceptações telefônicas e falta de provas.
Os desembargadores, porém, não encontraram irregularidades que justificassem anular o processo, condenado em primeira instância em 2019. Segundo as investigações, o grupo transportava cocaína em caminhões e carretas com compartimentos ocultos. A operação registrou apreensões de 504 quilos da droga em abril de 2016 e outros 306 quilos em setembro do mesmo ano.
Palermo ficou foragido após romper a tornozeleira eletrônica e deixar a prisão domiciliar. Foi capturado na Bolívia em maio de 2026. As condenações e a perda de bens foram mantidas, mas ainda cabem recursos.
Na Justiça, a tentativa de apagar a conta não passou.
