Campo Grande se tornou uma das primeiras capitais brasileiras a reconhecer oficialmente a fibromialgia como deficiência, garantindo atendimento prioritário, vagas especiais de estacionamento e outros direitos às pessoas que convivem com a doença. A iniciativa é fruto do projeto de lei do vereador Ronilço Guerreiro, que dialogou com pacientes, profissionais de saúde e entidades representativas para transformar demandas reais em políticas públicas.
A lei representa um avanço no enfrentamento de uma doença silenciosa, marcada por dores crônicas e fadiga intensa, trazendo visibilidade e dignidade aos pacientes. Segundo Guerreiro, os benefícios já estão chegando à população, melhorando a rotina e combatendo preconceito. “Hoje essas pessoas passam a ser vistas e respeitadas pela lei”, afirmou. A iniciativa fortalece a inclusão e serve como referência nacional para outras cidades, mostrando que políticas de saúde e cidadania podem caminhar juntas.
