As ‘dez’ mais

Segunda-feira, 19 de dezembro de 2016.

(Faltam: 06 dias para o Natal)

PRIMEIRO:

O prefeito eleito Marquinhos Trad (PSD) saiu parai viajar com a família. Está aproveitando seus derradeiros momentos de lazer antes de assumir nossa prefeitura quebrada. Ele  estará de volta dia 27 para preparar a posse.

SEGUNDO:

Alcides Bernal é mesmo um covarde nas suas atitudes administrativas. Publicou no DIOGRANDE que todos os funcionários da Seleta e Omep estariam proibidos de entrar nas dependências de onde trabalham, mas quando viu o povo enfurecido voltou atrás: apagou a publicação e disse que irá recorrer hoje da intromissão judicial na sua administração.

TERCEIRO:

Os números da infausta administração de Bernal são vergonhosos. Imaginem que existem 50 mil pessoas na fila da casa própria. Durante seu “mandato” não foi construído nenhum novo projeto habitacional. As casas por ele prometidas não passaram mesmo de promessas. Comenta-se que Bernal está depressivo.

QUARTA:

O governador Reinaldo Azambuja precisa “abrir o olho” quanto ao fato do seu Chefe da Casa Civil, Sérgio de Paula, agora resolver meter o bedelho na publicidade do seu governo. Depois das experiências políticas catastróficas nas eleições municipais, isso poderá desandar a imagem do seu governo. Já estão dizendo que o Serjão quer potencializar as produções para chegar 2018 com o caixa estufado.

QUINTA:

A intervenção do STF na Câmara Federal agravou ainda mais a crise que já estava prenunciada entre os dois poderes. Agora o ministro Luiz Fux mandou a Câmara votar novamente o projeto anticorrupção, criando a figura nojenta do “AI-5 Judiciário”, revivendo a medida arbitrária da ditadura que mandou fechar o Congresso Nacional. O clima em Brasília está quente.

SEXTA:

A intromissão do Judiciário na Câmara Federal em Brasília não está nada diferente da intromissão do Judiciário de primeira instância na nossa prefeitura. É uma queda de braço que nada acrescenta. Os dois poderes se desgastam e saem perdendo.

SÉTIMA:

O comércio conta apenas com o 13º do funcionalismo estadual que movimentará 400 milhões. Os servidores municipais estão à míngua e isso significa que muita gente vai ter um Natal magro por culpa do prefeito reconduzido pelo ministério Público Estadual. É o pior fim de ano que esta cidade já teve.

OITAVA:

Márcio Monteiro, da Fazenda, pretendia ir para o Tribunal de Contas, mas amigos o tem aconselhado para que faça isso depois da eleição de 2018. Reinaldo Azambuja está fraco na Capital e no Interior, precisando da uma união de amigos para se refazer politicamente se quiser um segundo mandato.

NONA:

As sessões da Câmara de Vereadores de Campo Grande daqui pra frente, serão de puro “chororô”. Os que não se reelegeram começam as despedidas dos cargos. Agora terão que recomeçar a vida trabalhando de verdade.

DÉCIMA:

A Águas Guariroba terá que rever sua ‘Taxa Mínima” que é absurdamente alta. As empresas concessionárias de linhas do transporte coletivo também terão suas tarifas puxadas para baixo e exigência de bons serviços puxadas para cima. Marquinhos Trad promete ir à Justiça para ajustar essas empresas desajustadas. Ano que vem será de muita briga é o que está dizendo a cigana.

Amanhã eu volto.

Fuuuuuuuuuuuuuuui.

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