A fintech AgroForte projeta ultrapassar R$ 1 bilhão em crédito até o fim de 2026, com foco na bovinocultura de corte, além de aves, suínos e leite, consolidando-se como referência em proteína animal. Recentemente, ampliou seu Fundo de Investimento em Direitos Creditórios de R$ 100 milhões para R$ 160 milhões, atraindo XP e BTG. O CEO Felipe d’Ávila destaca o potencial da pecuária, responsável por metade do PIB primário do setor. No setor sucroenergético, o banco BV fechou 2025 com R$ 2 bilhões em debêntures, ampliando market share de 2,7% para 20%.
A BrasilAgro digitalizou 90% de suas máquinas e investiu R$ 12 milhões em monitoramento em tempo real, reduzindo uso de herbicidas em 50%. O país bateu recorde em logística reversa, com 900 mil toneladas de embalagens agrícolas destinadas corretamente. A carne bovina brasileira aguarda liberação do Japão em 2026, seguida por Coreia do Sul e Turquia.
O agronegócio brasileiro se fortalece com tecnologia, crédito e expansão internacional, impulsionando produtividade e sustentabilidade. Especialistas veem a digitalização, financiamento e novos mercados como fatores-chave para manter crescimento e competitividade do setor nos próximos anos.
