ATENÇÃO PRODUTOR! É hora de se programar para o inverno

Durante o verão, a agricultura passou por problemas com a nova onda de calor, a irregularidade das chuvas e o ataque das lagartas das pastagens. Mas, na pecuária existe um fator restritivo para os bovinos durante o ano, o outono. Esse período de transição que antecede a seca, exige uma atenção das propriedades rurais, pois as pastagens apresentam características distintas na transição do período chuvoso e das secas.

De acordo com o coordenador da ATeG em bovinocultura de corte, Fabiano Pessatti, é fácil observar com a diminuição das chuvas e a aproximação do inverno, a mudança gradativa nas pastagens. “A produtividade dos pastos diminui, as folhas começam a amarelar e a secar, em determinados casos, observa-se a presença de sementes nas pastagens”, explica.

Diante dessa situação, a Assistência Técnica e Gerencial do Senar/MS (ATeG) listou estratégias viáveis para estiagem que é recorrente nessa época do ano. O uso de suplementação mineral adequada para cada categoria de animal, a suplementação proteica e proteico energético, a terminação intensiva a pasto, a recria intensiva a pasto, o planejamento forrageiro como métodos de conservação de volumosos e até a opção dos serviços de engorda terceirizada em boitel, são as mais recomendadas para manter a saúde econômica e a rentabilidade da propriedade de gado de corte nessa época desafiadora para o produtor.

Técnicas como a Recria Intensiva a Pasto (RIP) e a Terminação Intensiva a Pasto (TIP), são estratégias que buscam maximizar o ganho de peso dos bovinos durante a época de seca. Ambas consistem em concentrar os animais em áreas reduzidas de pasto, onde recebem suplementação alimentar adequada para suprir as deficiências nutricionais.

Além disso, tecnologias como o diferimento de pastagem, produção de silagem, feno e feno pré-secado podem ajudar a conter os problemas causados pela seca. “Por essa razão é necessário um planejamento forrageiro e nutricional adequado a realidade de cada propriedade, para evitar sofrimento com a redução da produtividade e o aumento no tempo de permanência dos animais na fazenda, fazendo com que o produtor gaste além do planejado”, finaliza, Pessatti.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Julia Nogueira e Vitor Ilis

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Casal Nogueira vai à Paulista reforçar palanque de Flávio Bolsonaro

Rodolfo e Gianni trocam o cenário sul-mato-grossense pela vitrine política da Avenida Paulista em ato do PL O deputado federal Rodolfo Nogueira e a deputada...

Após passar pelo Rock in Rio, MC Taya faz estreia em Campo Grande neste sábado

CG Rock Festival reúne a artista, destaque da nova música pesada brasileira, e três atrações da cena independente de Mato Grosso do Sul, na...

Tem açaí no pote ou só conversa fiada? Projeto quer fiscalização

Projeto quer desmascarar açaí que tem mais corante que fruta O brasileiro paga por açaí, mas pode levar para casa um pote em que a...

Vias da região central de Campo Grande ganham recapeamento nos próximos dias; Confira 

A prefeitura de Campo Grande em parceria com a Águas Guariroba iniciou nesta semana a execução da primeira parte do pacote de obras que...