Hoje não é sobre direita ou esquerda, hoje é sobre democracia. A prisão de Nicolás Maduro não é vingança política, é um marco. É a prova de que nenhum líder está acima da lei quando um país decide reagir. Um povo oprimido, instituições desmontadas, milhões de pessoas forçadas a sair da própria terra. Isso não é projeto político, isso é autoritarismo. Enquanto o mundo começa a chamar ditadura pelo nome, o presidente do Brasil escolhe mais uma vez ficar do lado errado da história.
Apoiar Maduro não é neutralidade diplomática, é cumplicidade. Quem relativiza uma ditadura hoje abre precedente para o autoritarismo amanhã. Isso ameaça toda a América Latina, inclusive aqui no Brasil. Democracia não combina com silêncio conivente, nem com amizade ideológica. O Brasil precisa escolher, defender a liberdade ou passar pano para ditadores. A história observa e a história cobra. O futuro da região depende das escolhas de hoje.
O silêncio de alguns pode ser o perigo de todos. É hora de lembrar que liberdade não se negocia.
