quarta-feira, 4/03/2026

Polícia de MT diz que morte de rapper de MS tem indícios de facção criminosa

O delegado da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) de Mato Grosso, Bruno Abreu, disse em entrevista que a morte da rapper sul-mato-grossense Laysa Moraes Ferreira, conhecida como MC LaBrysa, tem indícios de que teria sido cometida por facção criminosa.

Em entrevista ao jornal Olhar Direto, o delegado comenta que se trata de um homicídio e que rapper teria sido jogada no rio já sem vida.

Pela forma como ela foi encontrada dá para constatar que se trata de um homicídio e, pelo jeito em que estava amarrada, indica características de facção criminosa envolvida“, disse o delegado.

O corpo da artista foi encontrado por um pescador às margens do Rio Cuiabá. Com isso, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o local. Lá, foi possível constatar que o corpo de LaBrysa estava enrolado em um tapete.

“Ela estava totalmente amarrada, nos pés e parte da barriga”, detalhou Abreu.  Os fios foram apreendidos para ajudar na identificação de suspeitos.

O corpo estava em decomposição, mas foi identificado pelo cabelo e tatuagens. Ele estava amarrado a uma lata de tinta com concreto, para impedir que emergisse.

MC LaBrysa foi encontrada morta às margens do Rio Cuiabá, na Capital do Mato Grosso na quinta-feira (9). Ela estava desaparecida havia quase uma semana, desde a última sexta (3), quando foi vista no bairro Santa Isabel, na Capital mato-grossense.

LaBrysa

Laysa se mudou no ano passado para a capital vizinha para investir na carreira de MC. Com cerca de 8 anos de trajetória, ela foi vencedora da ‘Batalha Vai Ser Rimando’, promovida pelo cantor e compositor Emicida. A artista também atuava como poetisa e compositora.

Além de MC, ela trabalhava em uma rede de fast food.

Desaparecimento

Um amigo de LaBrysa foi até sua casa para obter informações e, ao chegar lá, encontrou a porta destrancada. Todos os pertences da rapper estavam no local, e não havia indícios de que ela saiu sem levar itens essenciais. Desde então, as buscas foram intensificadas e os amigos realizavam uma campanha nas redes sociais com apelos por informações.

fonte: midiamax

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