Para Beto Pereira, o Brasil precisa evoluir no debate sobre o uso do gás de cozinha

O Deputado Federal Beto Pereira (PSDB-MS) participou no Rio de Janeiro, do painel de abertura do 37° Congresso da AIGLP. Organizado pela Associação Iberoamericana de Gás Liquefeito de Petróleo (AIGLP), o evento tem o objetivo de apresentar as boas práticas regulatórias do gás liquefeito de petróleo, o famoso gás de cozinha. Na oportunidade, o parlamentar federal relatou a respeito da pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e se colocou à disposição para avançar o debate sobre a matriz energética na Casa de Leis.

Membro titular da Comissão de Minas e Energia da Câmara Federal, Beto Pereira defendeu que o Brasil precisa evoluir sobre a temática do uso do gás liquefeito de petróleo para além da cozinha. Segundo Beto, o GLP é uma fonte energética que polui menos e traz bons resultados para o desenvolvimento econômico. “Não se sustenta mais as barreiras impeditivas que trazem o GLP a impossibilidade de participar de forma mais significativa da matriz energética do país. Hoje é importante integrar uma política que libere como matriz em outros meios que não só aqueles que hoje estão sendo utilizados, como gás de cozinha. A gente precisa entender que isso já passou. E fazermos uma evolução nesse debate”, afirma o deputado.

Beto aproveitou o evento para propor a criação de um grupo de trabalho para discutir esse tema e para propor a realização de uma audiência pública para apresentar as boas práticas do uso da GLP, como a pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Pesquisa da UFMS

A UFMS, em parceria com a Copa Energia, desenvolve um estudo sobre o uso do GLP para a produção de eletricidade e na piscicultura. Na piscicultura, o objetivo é a produção de energia elétrica produzida a partir do GLP para manter a oxigenação de tanques de piscicultura. O trabalho é desenvolvido em Campo Grande e em Terenos. Na segunda, a pesquisa é sobre geração de energia elétrica tendo o GLP sendo feito em uma usina de microgeração, a primeira do Brasil, e está instalada em Campo Grande.

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