segunda-feira, 16/03/2026

Mara Caseiro cobra ponte de concreto entre Camapuã e São Gabriel do Oeste

Em defesa da segurança e do desenvolvimento regional, a deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) pediu a construção de uma ponte de concreto sobre o Rio Coxim. A nova estrutura substituiria a atual ponte de madeira, conhecida como “Ponte da Matinha”, localizada na divisa entre os municípios de Camapuã e São Gabriel do Oeste. O pedido foi encaminhado ao governador Eduardo Riedel, ao secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, e ao diretor-presidente da AGESUL, Mauro Azambuja.

A demanda apresentada pelos vereadores Pedrinho Cabeleireiro, Dayane Fernandes e Carlos Coco, da Câmara Municipal de Camapuã, alerta para as condições precárias da ponte de madeira e os prejuízos causados aos produtores rurais e motoristas que dependem da travessia diariamente.

Segundo eles, a “Ponte da Matinha” suporta um grande fluxo de veículos pesados, especialmente caminhões que transportam a produção agropecuária da região. No entanto, a atual estrutura não possui capacidade suficiente para suportar veículos com carga total, obrigando os motoristas a fracionarem a carga ou realizarem transbordos para outros veículos — o que eleva os custos logísticos e prejudica o escoamento da produção.

Além disso, a ponte apresenta sinais evidentes de desgaste estrutural, resultado do tempo, da falta de manutenção adequada e das intempéries, o que tem gerado riscos frequentes de acidentes, interdições e dificuldades de tráfego, sobretudo durante o período chuvoso, quando o nível do rio sobe e agrava a instabilidade da estrutura.

“A substituição da ponte de madeira por uma estrutura de concreto é essencial para garantir a segurança da população, melhorar a mobilidade entre os municípios e assegurar uma infraestrutura mais resistente e duradoura”, justificou a deputada Mara Caseiro em sua indicação.

A parlamentar ainda destacou que pontes de concreto possuem maior vida útil, são menos suscetíveis a danos causados por fatores climáticos e requerem menos manutenções ao longo do tempo, o que resulta em mais economia para os cofres públicos e mais eficiência na prestação de serviços à população.

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