O Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, após ele descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça. Mendes havia sido liberado da prisão preventiva que seguiu à denúncia por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. Os crimes ocorreram em abril de 2025, quando ele furtou obras de arte de um hotel e de um escritório de arquitetura, usando documentos falsos e falsas identidades.
No Ceará, o empresário foi detido com a tornozeleira eletrônica descarregada e sem apresentar relatórios médicos desde setembro. A Promotoria aponta que ele vem ignorando reiteradamente determinações judiciais, demonstrando desrespeito às medidas. O caso reforça a necessidade de medidas mais rigorosas para garantir a eficácia da justiça e a proteção do patrimônio cultural e privado.
A prisão preventiva, se aceita pela Justiça, será uma resposta direta ao descumprimento. Mendes ainda não se pronunciou sobre a nova solicitação do Ministério Público.
