Jovem brasileiro se destaca nas duplas e busca evolução nas simples
O início de 2026 do tênis brasileiro mostra contrastes entre simples e duplas. João Fonseca, número 38 do mundo e principal representante em simples, soma apenas uma vitória em três torneios, enquanto a parceria com Marcelo Melo garantiu o título de duplas no Rio Open. Especialistas destacam que o sucesso em duplas pode aliviar a pressão sobre o jovem e ajudá-lo a evoluir no individual. As dificuldades físicas e emocionais marcaram a temporada de Fonseca, que enfrentou dores nas costas e queda de ritmo após desistir de torneios na Austrália. Apesar disso, o brasileiro mostrou coragem e intensidade, vencendo Thiago Monteiro no Rio.
O panorama nacional segue desigual: há bons resultados nas duplas com nomes como Rafael Matos, Orlando Luz e Luisa Stefani, enquanto simplistas como Thiago Monteiro e Thiago Wild enfrentam queda de desempenho. Joana Cortez e Domingos Venâncio reforçam a importância de paciência e blindagem contra pressão. O calendário continua com o MGM Slam, Indian Wells e Miami, onde Fonseca espera consolidar sua evolução.
A entrada de jovens promessas como Guto Miguel e Victoria Barros indica renovação e futuro promissor para o tênis brasileiro.
