Haddad defende IOF e diz que não há alternativa imediata

Em meio à pressão do Congresso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que não há alternativa imediata ao aumento do IOF, imposto cuja elevação foi anunciada pelo governo na última semana. Após reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Haddad destacou que a medida é necessária para evitar novo contingenciamento e manter o funcionamento da máquina pública.

Segundo o ministro, a revogação do decreto poderia resultar em paralisação administrativa. Ele afirmou que o encontro não teve como objetivo discutir a revogação da medida, mas sim apresentar os riscos de sua retirada.

Apesar disso, Haddad afirmou estar aberto ao diálogo e a sugestões apresentadas por lideranças do Congresso e pela Febraban. O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, disse que o Executivo terá dez dias para apresentar alternativas viáveis.

A Fazenda espera arrecadar R$ 20,5 bilhões ainda este ano com a medida. O Congresso deverá votar projetos que pedem a derrubada do decreto nas próximas semanas. A discussão sobre soluções estruturantes ficará para após 2025, respeitando prazos legais.

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