A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lançou o programa “Árbitros PRO”, que profissionaliza 72 árbitros, assistentes e árbitros de VAR com contratos de prestação de serviços como Pessoa Jurídica. Todos os participantes devem apresentar certificado de exclusão de seus CPFs de sites de apostas e terão remuneração fixa entre R$ 10 mil e R$ 22 mil, mais taxa por jogo de R$ 2,5 mil a R$ 5,5 mil, além de bônus por performance e auxílio saúde de até R$ 500. O contrato tem vigência de março a dezembro de 2026 e inclui cláusulas anticorrupção, confidencialidade e proibição de envolvimento com apostas por si ou parentes próximos, sob multa de até dez vezes a remuneração fixa. Os árbitros receberão suporte físico, psicológico e nutricional, autorização de uso institucional de imagem e voz, e deverão manter conduta ética, independência, neutralidade e disciplina.
Avaliações técnicas e físicas periódicas serão aplicadas, com possibilidade de recusa de escala sem justificativa, embora haja expectativa de priorização das designações da CBF. O contrato prevê rescisão imediata por conduta antiética, baixo desempenho técnico, descumprimento grave ou reprovação em testes físicos consecutivos. Documentação completa deve ser enviada até 20 de fevereiro, com início do programa em 1º de março, e renovação facultativa ao fim do período.
