As ‘dez’ mais

Sexta-feira, 28 de outubro de 2016.

(Faltam: 58 dias para o Natal).

PRIMEIRA:

Saiu pesquisa VALLE liberada agora pela manhã – Apenas ‘Votos Válidos’: Marquinhos Trad (PSD) 62,75{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} – Rose Modesto (PSDB) 37,25{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}. Levantamento terminado ontem, dia 27. Margem de erro de 3,4{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}. Nível de confiança 95{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df}. Registro no TRE/MS nº MS-01644/2016.

SEGUNDA:

O presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) foi pra cima do Judiciário. Chamou o juiz federal de primeira Instância que autorizou a invasão do Senado de “juizete”. Xingou o ministro da Justiça de Alexandre de Moraes, de “chefete de polícia”. Estrilou com a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF. Resultado: o ministro Teori Zavascki lhe deu razão e mandou a Polícia Federal devolver tudo o que havia sido apreendido da Polícia Legislativa do Senado.

TERCEIRA:

Renan Calheiros, que já foi cognominado de “Lampião”, mostrou que os poderes são independentes, mas harmônicos entre si; e que a invasão do Senado foi um ato de violência, porque o juiz de primeira instância não tem poderes para mandar invadir o local. Renan foi muito “macho” e não recuou. A Justiça sentiu que se persistisse criaria uma crise institucional séria, que não seria boa pra ninguém.

QUARTA:

O exemplo de Renan Calheiros foi tudo o que faltou à nossa Câmara de Vereadores. O presidente do nosso legislativo “amarelou” e não “bateu o pé” enfrentando a invasão do GAECO. Como aceitou tudo pacificamente, passou a impressão que ali todo mundo tinha culpa no cartório e Alcides Bernal conseguiu tornar verdadeira sua mentira quanto ao “golpe”. Desmoralizados os vereadores, poucos voltaram.

QUINTA:

Depois que deixar a prefeitura, o reconduzido Alcides Bernal pode ir se preparando para passar os maiores “perrengues” de sua vida. Se brincar vai acabar na cadeia por improbidades cometidas. É o que corre hoje nos meios jurídicos.

SEXTA:

A Santa Casa de Campo Grande, maior hospital do Estado, por onde circulam diariamente cerca de 12 mil pessoas – movimento maior do que muitas cidades do nosso interior – suspendeu as cirurgias eletivas mais uma vez, por falta de repasse da verba mensal do SUS, que é de 3,5 milhões. Bernal disse que seus repasses estão em dia, mas entre a palavra dele e a do presidente da Santa Casa, Ezacheu Nascimento, é bom apostar no segundo que é um homem sério, acreditado e avesso à mentiras.

SÉTIMA:

Hoje tem debate entre os candidatos a prefeito de Campo Grande na TV-Morena. Não esperem um debate como aquele do Midiamax. A TV-Morena está com fama de governista. Gosta de segurar debates para que a “coisa” não saia do controle. Fazem aquele debate quadradão e enlatado, do qual a Globo é mestre.

OITAVA:

Falando em Rose, a Justiça Eleitoral tirou ontem do ar o site da candidata no Facebook, devido à desobediência dela para com a Justiça. Marquinhos Trad (PSD) ganhou ‘onze” direitos de resposta. Foi um massacre jurídico na reta final da campanha.

NONA:

O Brasil tem hoje 12 milhões de desempregados. Nunca vimos antes uma situação caótica como essa. Vai ser o pior final de ano dos últimos tempos. Para piorar, outros números do mercado de trabalho também enfeiam as estatísticas, como por exemplo: a cada 15 minutos um trabalhador se acidenta no Brasil.

DÉCIMA:

O governo do Estado está perdendo por mau uso da telefonia uma média de 300 mil reais mensais. Esse é apenas ‘um’ dos ralos que drenam recursos de telefonia dos vários poderes, revelou hoje a empresária Aline Tagliaferro, dona da Aghita – Consultoria, que conseguiu fazer a Cassems economizar  27,5{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} na telefonia fixa e 71{d124abb9778216420301f7a7fdee54f2d809ca471a8d69088da1a3e9d609e3df} na telefonia celular. Tomara que o governador Reinaldo Azambuja acorde para esses detalhes e comece já seguir o exemplo da Cassems que é um modelo de administração.

Segunda-feira eu volto.

Fuuuuuuuuuuuuuuui.

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