quarta-feira, 7/01/2026

ARTIGO: Dois pesos, duas medidas: O julgamento de Bolsonaro

A justiça brasileira vive um colapso sem precedentes, e a perseguição política se torna cada vez mais evidente.

Lula foi condenado em todas as instâncias, reconhecidamente culpado por corrupção. No entanto, por meio de malabarismos jurídicos, seu julgamento foi anulado, não porque fosse inocente, mas por manobras que o livraram da punição. Seus crimes continuam os mesmos.

Agora, o STF inicia o julgamento do ex-presidente Bolsonaro e de sete membros do governo anterior, baseando-se em um relatório que alega, sem provas concretas, um suposto plano para impedir a posse de Lula. Uma acusação frágil, que só reforça o uso da justiça como ferramenta de perseguição política.

O que vemos é um verdadeiro teatro, onde o veredito já está escrito. Enquanto uns são blindados, outros são caçados sem direito à defesa justa. Diante desse cenário de insegurança jurídica e ruptura institucional, a única solução legítima e democrática é a anistia ampla e irrestrita para todos os perseguidos por esse julgamento seletivo.

Os réus presos e denunciados por um crime impossível precisam ser anistiados.

Dr. Luiz Ovando PP/MS

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Endrick treina pela primeira vez com o Lyon

Endrick participou do seu primeiro treino com o Lyon nesta sexta-feira, véspera do duelo contra o Monaco pela 17ª rodada da Ligue 1. O...

IPVA 2026: prazo para pagamento à vista com 15% de desconto vence nesta segunda-feira

Os proprietários de veículos de Mato Grosso do Sul devem ficar atentos ao calendário do IPVA 2026. Nesta segunda-feira (5), vence o prazo para...

Justiça: ex-CEO da Hurb pode voltar à prisão

O Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, após ele descumprir medidas cautelares impostas...

Autor de feminicídio tentado é preso em ação integrada

A Polícia Civil prendeu, na manhã de domingo (04), o autor de uma tentativa de feminicídio ocorrida em Ribas do Rio Pardo. A vítima,...