ACP cobrará da Prefeitura aplicação do reajuste de 5,4% do Piso Nacional do Magistério na REME

O Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) irá encaminhar, nesta semana, um ofício à Secretaria Municipal de Finanças de Campo Grande cobrando a aplicação do reajuste de 5,4% do Piso Nacional do Magistério para os profissionais da Rede Municipal de Ensino (REME). A iniciativa reforça a atuação permanente da ACP na defesa da valorização salarial da categoria e no cumprimento da legislação federal que estabelece o Piso Nacional do Magistério como um direito dos trabalhadores da educação pública.

Segundo a entidade sindical, o mês de maio representa a data-base para discussão do reajuste salarial dos profissionais da educação municipal. Para a ACP, garantir o cumprimento do piso é reconhecer o papel essencial desempenhado pelos educadores na construção da escola pública e na formação de milhares de estudantes em Campo Grande. O presidente da ACP, Gilvano Bronzoni, destacou que o sindicato seguirá cobrando da administração municipal responsabilidade e compromisso com os profissionais da educação.

“Essa semana iremos encaminhar um ofício à Secretaria de Finanças lembrando que maio é a data-base para o reajuste do Piso Nacional do Magistério de Campo Grande no percentual de 5,4%. A valorização dos profissionais da educação passa diretamente pelo respeito ao piso salarial”, afirmou. A ACP ressalta que o Piso Nacional do Magistério não é apenas um índice econômico, mas uma conquista histórica da luta sindical e dos trabalhadores da educação pública em todo o Brasil. Instituído pela Lei Federal nº 11.738/2008, o piso estabelece o valor mínimo que deve ser pago aos profissionais do magistério da educação básica pública, sendo um instrumento fundamental de valorização da carreira docente.

Para o sindicato, defender o reajuste do piso significa defender melhores condições de trabalho, fortalecimento da carreira pública e qualidade na educação ofertada à população. A entidade destaca ainda que os profissionais da educação enfrentam diariamente sobrecarga de trabalho, aumento das demandas pedagógicas, desafios estruturais e a necessidade constante de adaptação diante das transformações educacionais e sociais. Mesmo diante desse cenário, professores e trabalhadores administrativos seguem sustentando a escola pública com compromisso, responsabilidade e dedicação.

“Não existe educação pública forte sem valorização profissional. Quem está dentro da sala de aula todos os dias precisa ser respeitado, reconhecido e valorizado. O piso é um direito da categoria e continuará sendo uma pauta permanente da ACP”, reforçou Gilvano. Nos últimos anos, a ACP tem mantido atuação constante em defesa do cumprimento integral do Piso Nacional do Magistério, da realização de concursos públicos, da valorização da carreira e da ampliação de políticas públicas voltadas aos profissionais da educação.

O sindicato afirma que continuará acompanhando as negociações com a Prefeitura de Campo Grande e mobilizando a categoria para garantir que o reajuste de 5,4% seja efetivamente aplicado aos profissionais da REME, assegurando respeito aos direitos históricos dos trabalhadores da educação pública.

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Alckmin defende que ministros do STF tenham mandatos temporários

Falas ocorrem durante crise de imagem da Corte Alckmin defende que ministros do STF tenham mandatos temporários em substituição ao modelo atual de cargo vitalício...

Ação Agro Social é adiada para 30 de maio por frio e chuva

A Prefeitura de Campo Grande informa que a edição da Ação Agro Social, inicialmente prevista para este sábado (09), foi transferida para o dia...

Funsat começa a semana com 1.489 vagas de emprego

A Fundação Social do Trabalho (Funsat) inicia a semana em novo horário de atendimento, das 7h às 13h, com a oferta de 1.489 vagas...

Ciclone bomba ameaça MS com chuva extrema e ventos de 100 km/h

Massa de ar frio derruba temperaturas e pode registrar mínimas abaixo de 4°C A formação de um ciclone bomba próximo ao Sul do Brasil deve...