Baixo nível das águas impede operação de retirada de vegetação e atrapalha a navegação na região ribeirinha
A desobstrução do canal que dá acesso à Baía do Castelo, no rio Paraguai, segue sem previsão devido ao baixo nível das águas, dificultando a navegação de moradores e embarcações. A Superintendência Regional do DNIT em Mato Grosso do Sul informou à Prefeitura de Corumbá que o serviço depende do aumento do volume de água. Durante a estiagem, as plantas enraizadas no leito da baía impedem o trabalho das embarcações contratadas, que correm risco de encalhe.
Dados da régua de Ladário indicam nível de 1,13 metro, bem abaixo da média histórica para fevereiro. A campanha anual de desobstrução está prevista para abril, com possibilidade de antecipação caso o rio suba. Enquanto isso, o município busca alternativas e parcerias para minimizar os impactos à comunidade ribeirinha. A vegetação densa e com raízes flutuantes continua a bloquear a passagem e gerar transtornos locais. A situação preocupa comerciantes, pescadores e moradores que dependem do transporte fluvial.
A Prefeitura mantém diálogo contínuo com o DNIT para definir ações emergenciais. O monitoramento do nível do rio segue constante até que as condições permitam a operação completa.
