Rose quer valorização dos profissionais de educação e saúde para toda a população

Candidata tem apresentado suas propostas para Campo Grande ser uma capital com qualidade de vida e respeito à população.

Rose Modesto esteve neste dia dos professores em entrevista para emissora de Rádio e aproveitou a oportunidade para parabenizar os profissionais da educação.

A candidata que é professora, também foi vereadora, vice-governadora, deputada federal, além de comandar a Sudeco, falou da gratidão aos colegas que estão à frente deste trabalho que faz a diferença na sociedade. “Parabenizo todos os professores e professoras, por este dia especial para todos nós. Muita gratidão a todos vocês que lutam diariamente para que a educação de Campo Grande seja uma educação de melhor qualidade, apesar das dificuldades que vocês enfrentam no dia-a-dia”.

Saúde

Rose, que segue com a maioria de intenção de votos para o segundo turno, tem apresentado suas propostas para mudar a gestão de Campo Grande e destacou que a saúde tem sido uma grande preocupação. “Imagine você com dor, precisando fazer um exame para descobrir o que tem e não consegue fazer. Essa é a realidade de Campo Grande! São dezessete mil pessoas esperando para fazer uma cirurgia, que não sabe que mês, que dia, que ano e nem sabe se vai suportar, se vai dar tempo de chegar. Então, o maior desafio é a saúde”, disse a candidata, que traz propostas concretas para solucionar antigos problemas.

Ela contou que tem recebido inúmeros relatos das pessoas, que sempre pedem que seja resolvida as questões da saúde. “Eu vou fazer os mutirões, vou repactuar com os hospitais que já existem. Vamos repactuar leitos, precisa aumentar o número de leitos e enquanto não se constrói o hospital municipal nós precisamos fazer funcionar melhor os que existem. Repactuando aqui, repactuando em Brasília, nós vamos conseguir fazer os mutirões das cirurgias, das consultas com médicos especialistas por meio da telemedicina, que implantamos nas sete regiões de Campo Grande”.

A candidata pontuou que não será necessário mexer com obras para que haja esse atendimento. “Vamos usar os prédios que já existem, montando os gabinetes de telemedicina para que as pessoas tenham acesso aos médicos especialistas e os exames, no público e nas clínicas de diagnóstico, que estão dispostas a vender em uma tabela social para a gente atender urgente essa demanda reprimida da saúde”.

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