Plataforma contra invasão de terras!

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou na última quarta-feira (21), um canal de denúncia anônima para que os produtores rurais denunciem casos de invasões de propriedades. A plataforma foi anunciada durante reunião da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da CNA, que reuniu representantes das Federações de Agricultura e Pecuária dos Estados.

De acordo com o presidente da comissão e do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, o objetivo da plataforma é estabelecer um canal direto com o produtor e qualificar o monitoramento de invasões de terras que já é feito pela CNA, federações e sindicatos.

“Não existe invasão legítima, legalizada ou permitida. Invasão de terra é crime. Portanto, a CNA defende a garantia do direito de propriedade, pois é a base para o produtor rural brasileiro trabalhar com tranquilidade e segurança jurídica”, disse Bertoni.

FORMULÁRIO

No formulário, o denunciante tem a opção de inserir o nome, e-mail, telefone, área do imóvel invadido e informações adicionais (endereço, ponto de referência). Caso a denúncia seja anônima, as informações exigidas são o nome da fazenda invadida, município e estado, qual movimento ou grupo que invadiu e a data do ocorrido. Para fazer uma denúncia anônima de invasão de propriedade rural, o link de acesso é www.cnabrasil.org.br/invasaodeterras

Os integrantes da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da CNA discutiram também o plano de ação do colegiado para 2024 com os desafios e soluções das demandas do setor e entre os principais temas que fizeram parte da pauta da comissão fora, regularização fundiária; garantia do direito de propriedade e segurança no campo; retificação de títulos em faixa de fronteira; reforma agrária; demarcação de territórios quilombolas e de terras indígenas; integração cadastral/tributação e demarcação de terrenos marginais e de marinha.

As ações no STF sobre as questões relativas à Lei 14.701/2023, que estabelece o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, também foram debatidas. O diretor jurídico da CNA, Rudy Ferraz, explicou que a entidade defende a aplicabilidade da Lei do marco temporal para garantir a segurança jurídica no campo e a produção de alimentos do país. Vamos acompanhar!

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Funsat oferta 1.374 vagas de emprego nesta segunda-feira 

A Fundação Social do Trabalho (Funsat) disponibiliza, nesta segunda-feira (27), 1.374 vagas de emprego em Campo Grande, com oportunidades em 146 empresas e diversas áreas de atuação.  Entre os...

Pesquisa aponta redução no preço do diesel no anel viário de Campo Grande

Monitoramento de preços realizado pelo Procon Mato Grosso do Sul, instituição vinculada à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos),...

Tereza Cristina busca com a Fazenda rápida renegociação das dívidas rurais

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado debateu nesta terça-feira, 28/04, a necessidade de renegociação de dívidas dos produtores rurais. Em seguida, a...

Vereador Dr. Victor Rocha reforça acesso à saúde em mutirão no Anache

Próximo mutirão da Casa Rosa já tem data marcada para 09 de maio O vereador Dr. Victor Rocha participou no último sábado, dia 25, do...