Carnaval volta a ser brincadeira e impulsiona a economia local

Adelaido Vila Presidente da CDL.

O Carnaval ressurge como uma celebração lúdica em Campo Grande, com blocos atraindo 60 mil pessoas de todas as idades para as ruas.
O fato de o comércio ter permanecido aberto, embora o Carnaval não seja oficialmente um feriado na cidade, teve um impacto notável. Isso resultou em um lucro de R$ 20 milhões na economia municipal, beneficiando diversos setores, incluindo bares, restaurantes, venda de fantasias e hotelaria. A abertura do comércio durante o Carnaval não apenas atende à demanda dos foliões, mas também impulsiona a atividade econômica.

O Carnaval está voltando às suas origens. A juventude percebeu, nesses últimos carnavais, que é para brincar, se fantasiar e se divertir, e não apenas para beber e outras atividades. Nos últimos anos, tivemos em média 400 novos blocos pelo Brasil afora, o que nos enche de orgulho e satisfação enormes.

Agora, falando da economia do comércio durante o período carnavalesco, até a última quarta-feira, fechamos com 20 milhões em vários setores, principalmente em bares, restaurantes, hotelaria e lojas de fantasias. Ainda esperamos que esse valor possa dobrar até sábado. Este é um momento em que as lojas aproveitam para fazer liquidações pós-carnaval. Lembrando que o carnaval aqui na Capital não é feriado, então 70% dos lojistas optaram por abrir, o que aumenta a economia da cidade.” Destacou o Presidente da CDL Adelaido Vila.

O otimismo se estende até o Sábado de Aleluia, com previsões de aumento nas vendas, à medida que muitas lojas aproveitam para realizar liquidações. Essa decisão estratégica não apenas beneficia os comerciantes locais, mas também cria um ambiente propício para o fortalecimento da economia regional. Nos últimos Carnavais pós-pandemia, observou-se um aumento no número de novos blocos e participantes, especialmente entre a nova geração, tornando a cidade mais vibrante, animada e festiva. O Carnaval resgata sua tradicional atmosfera de entretenimento e alegria, assemelhando-se às festividades do passado, onde a diversão era o principal objetivo. Além disso, essa celebração contribui significativamente para a economia local, impulsionando o consumo de alimentos, fantasias e outros produtos festivos.

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