Beto Pereira revela gastos de R$ 320 milhões com o serviço de tapa-buraco nos últimos 10 anos em Campo Grande

Há cerca de 1 mil km de ruas na cidade carecem de pavimentação, evidenciando a precariedade da infraestrutura viária que enfrenta a cidade.

O deputado federal Beto Pereira (PSDB-MS), pré-candidato à Prefeitura de Campo Grande, trouxe à tona os gastos municipais com o serviço de tapa-buraco. Em entrevista a um programa de rádio na Capital, ele mencionou que nos últimos 10 anos, a cidade destinou R$ 320 milhões para operação, ao passo que os investimentos em recapeamento totalizaram somente R$ 230 milhões nesse mesmo período.

Beto Pereira manifestou sua indignação diante da constatação de que a infraestrutura asfáltica de Campo Grande está entre as piores. “É dinheiro público jogado pelo ralo”, afirmou.
Há cerca de 1 mil km de ruas na cidade carecem de pavimentação, evidenciando a precariedade da infraestrutura viária que enfrenta a cidade.

“O pavimento de Campo Grande encontra-se em condições precárias. Os gastos com reparos de emergência de buracos superam significativamente os investimentos em recapeamento. Nos últimos dez anos, foram destinados R$ 320 milhões para operações de tapa-buracos, em contraste com os R$ 230 milhões investidos em recapeamento. Aquilo que era programa emergencial virou algo cotidiano e rotineiro em Campo Grande”, lamenta.

Reconhecido como um forte aliado dos motoristas, ele liderou uma audiência pública em Campo Grande para debater o Projeto de Lei Complementar (PLC) 12/2024, que busca regular os direitos trabalhistas e atividades desses profissionais, buscando ajustes que atendam melhor à categoria.
Beto Pereira reforça que as eleições de 2024 representam uma oportunidade crucial para debater e definir o futuro da cidade diante dos desafios e das necessidades urgentes que ela enfrenta.

“O cenário em Campo Grande é extremamente preocupante, chegando a um nível crítico. Há debates em torno de uma possível intervenção devido ao descumprimento de ordens judiciais relacionadas à falta de medicamentos. As ações movidas pelo Ministério Público evidenciam a severidade dessa questão. A eleição de 2024 se torna crucial, pois irá determinar o futuro de Campo Grande e as medidas a serem adotadas para superar esses desafios”, prevê.

Beto Pereira disse entristecido que há anos o município não apresenta um grande projeto a bancada federal, além disso por questões de ideologias do governo federal ser do PT não busca parceria.

Recentemente, Campo Grande não foi beneficiada com moradias no programa Minha Casa Minha Vida, destinado às famílias de baixa renda do Faixa 1, devido à não manifestação de interesse por parte da cidade.

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