Alterações climáticas aumentam risco de doenças em pets e humanos

As mudanças climáticas, impulsionadas pela atividade humana e pela emissão de gases de efeito estufa, têm gerado variações no clima tropical brasileiro, favorecendo a proliferação de parasitas como pulgas, carrapatos e mosquitos. Esses insetos não afetam apenas os animais, mas também os seres humanos, aumentando o risco de transmissão de doenças infecciosas como a leishmaniose, dipilidiose, babesiose e erlichiose.

Com o crescimento contínuo da população de pets no Brasil que já supera os 160 milhões, a conscientização sobre prevenção é crucial. Cães, por exemplo, são os principais reservatórios urbanos da leishmaniose, doença transmitida pelo mosquito-palha, que afeta tanto os animais quanto os humanos. A leishmaniose é uma das doenças zoonóticas mais graves no Brasil, com mais de 3 mil casos anuais em humanos.

A prevenção é essencial, e o uso de coleiras específicas com ação contra pulgas, carrapatos e o vetor da leishmaniose, tem se mostrado uma medida eficaz. Estes produtos oferecm proteção por até oito meses, ajudando a controlar a infestação de parasitas e a proteger a saúde dos pets e seus tutores.

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