Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques coordenados pela Al Qaeda nos Estados Unidos
Em 11 de setembro de 2001, o mundo acompanhou pela televisão os ataques terroristas que destruíram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Vinte e cinco anos depois, as imagens permanecem entre as mais marcantes da história recente. Quase 3 mil pessoas morreram quando terroristas da Al Qaeda sequestraram quatro aviões e atingiram as torres e o Pentágono. Uma quarta aeronave caiu em uma área rural da Pensilvânia, após passageiros tentarem impedir os sequestradores.
Para o professor Eugênio Bucci, da USP, a repetição das imagens dos prédios em chamas e dos desabamentos provocou um trauma em escala global. Segundo ele, a televisão ao vivo criou uma espécie de “tempo congelado”, mantendo aquelas cenas na memória de milhões de pessoas. Além das mortes, cerca de 400 mil pessoas foram expostas à poeira tóxica, enquanto 1,8 milhão de toneladas de escombros foram removidas ao longo de aproximadamente oito meses.
O julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, apontado como mentor dos ataques, está previsto para junho de 2028. Preso desde 2003, ele permanece em Guantánamo. Osama bin Laden, líder da Al Qaeda, foi morto por forças dos Estados Unidos em 2011, no Paquistão.
