A moda agora na China não é usar roupa de grife, é usar roupa “anti-faca”. Isso mesmo. A China, depois de ser reconhecida pela fabricação de equipamentos para forças de segurança, agora tem levado algumas inovações militares de proteção para o uso diário da população. Não que lá seja comum esse tipo de coisa, mas como o país tem o seu setor de turismo aquecido, muitos cidadãos investem nesse tipo de linha de vestuário para utilizar em viagens em lugares que a segurança pode deixar a desejar.

Lá as roupas anti-facas já chegaram ao consumidor comum. Desenvolvidas com tecnologia avançada, os primeiros protótipos de roupas anti-facas voltados para o público civil começaram a surgir em 2018, quando empresas chinesas adaptaram materiais utilizados em aplicações militares tornando-os mais leves e estilosos. Em 2025 o mercado explodiu impulsionado pelo desenvolvimento de tecidos ultrarresistentes e pela crescente demanda por proteção individual. Este avanço tecnológico permitiu a criação de vestuário que combina leveza e resistência.
Atualmente, os catálogos de exportação da China apresentam uma variedade de produtos, incluindo jaquetas, coletes e camisetas confeccionadas com fibras de polietileno de ultra-alto peso molecular. Esses materiais são projetados para suportar cortes e perfurações, oferecendo uma camada extra de defesa contra ataques com lâminas. O público-alvo inclui viajantes internacionais, profissionais que circulam em áreas urbanas de risco ou qualquer pessoa que deseje uma proteção adicional.
O setor de vestuário técnico já movimenta bilhões de dólares, e a China busca transformar a proteção física em um novo segmento dentro da moda. Essa abordagem não apenas responde a preocupações com a segurança, mas também reflete uma mudança nas expectativas dos consumidores em relação ao vestuário. O item já pode ser adquirido através da internet em sites chineses e aplicativos como a Amazon e a Shopee. Resta saber quando grandes estilistas lançarão roupas utilizando o material e também “entrarem” nessa moda.
