Arte e Emoção: Festival da REME transforma o teatro Glauce Rocha em Palco de Sonhos

O 16º Festival de Arte e Cultura da Rede Municipal de Ensino (REME) e o 20º Festival de Danças da REME, realizados nos dias 17, 18 e 19 de novembro no icônico Teatro Glauce Rocha, celebraram a criatividade e o talento de 5.400 alunos de 151 Escolas e EMEIs de Campo Grande. Com uma programação intensa, o evento incluiu apresentações de teatro, circo, audiovisual, música, dança, contação de histórias e artes visuais. Coordenado pela Divisão de Esporte, Arte e Cultura (DEAC), o festival se consolidou como uma vitrine dos resultados artísticos desenvolvidos ao longo do ano.

O Secretário de Educação, Lucas Henrique Bitencourt, expressou seu orgulho pela iniciativa, destacando que, ao entrar no hall, “Vi várias crianças já com a fantasia específica da apresentação” e reforçou que a rede oferece oportunidades para milhares de alunos, o que demonstra “responsabilidade, cuidado e determinação com a população.”

A experiência de pisar no palco do Teatro Glauce Rocha é de grande significado para as famílias e os alunos. A emoção e a ansiedade eram evidentes, como relatou Renan Lucas, pai de Ísis Alves Kruck, uma bailarina mirim da EMEI Professora Luzinete Cesar Gonçalves, que estava “muito ansiosa pela apresentação, alegre” e achou a performance “muito boa, muito bem organizada.” A ansiedade era tanta que a pequena Maria Eduarda, que se apresentou com o tema “Circo”, “nem quis almoçar”, segundo sua mãe, Jaqueline Maidana, que considerou a participação um investimento que sempre vale a pena.

Para muitas famílias, o Festival representa um acesso à cultura que nem sempre seria possível, um ponto destacado por Jaqueline da Silva Gonçalves, mãe de Maria Clara da Silva Santos, que viu a filha se apresentar pela primeira vez e ficou emocionada. Ela afirmou que a iniciativa da escola é “boa para a criança, um incentivo”, especialmente porque “nem todo pai tem como pagar” por aulas de dança.

A realização de um evento dessa magnitude demanda uma logística complexa, com cerca de 300 apresentações em três dias. Roberto Vieira Pereira, Chefe da Divisão de Esporte, Arte e Cultura, explicou que é “uma logística muito grande”, envolvendo profissionais da divisão, professores e a direção escolar, além do suporte da SEMED em áreas como transporte e alimentação. Vieira ressaltou o valor pedagógico e cultural da iniciativa, enfatizando que é “fundamental” para crianças de escolas, muitas vezes localizadas nas periferias, virem ao Teatro Glauce Rocha, um palco onde artistas renomados já se apresentaram.

O festival, em sua 16ª e 20ª edições combinadas, reafirma o compromisso da REME em valorizar a arte como ferramenta de inclusão e incentivo ao protagonismo dos alunos.

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