Alimentos ficam mais baratos pelo quarto mês seguido, revela IBGE

Inflação oficial desacelera com a redução dos custos da alimentação

O Brasil registra uma queda contínua nos preços dos alimentos pelo quarto mês seguido, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o grupo alimentação e bebidas caiu 0,26%, indicando deflação no setor. Essa tendência resulta em um recuo acumulado de 1,17% nos últimos quatro meses, aliviando o bolso dos consumidores.

Os produtos que mais contribuíram para essa redução foram tomate, cebola, alho, batata e arroz, com quedas expressivas, principalmente do tomate, que caiu 11,52%. O segmento de alimentação no domicílio apresentou deflação de 0,41% em setembro, enquanto a alimentação fora do domicílio desacelerou seus preços, com alta de apenas 0,11%.

Essa combinação de queda e desaceleração impactou a inflação oficial do país, que ficou em 0,48% no mês, e 5,17% no acumulado dos últimos 12 meses. Em agosto, o IPCA já havia apresentado deflação de 0,11%, reforçando o movimento de alívio nos preços ao consumidor.

Impacto para os consumidores e economia
A deflação nos alimentos pode melhorar o poder de compra das famílias, especialmente das que dedicam maior parte da renda à alimentação. Além disso, a desaceleração da inflação ajuda a manter a estabilidade econômica, dando margem para políticas monetárias menos agressivas. Ainda assim, a atenção permanece na variação dos preços nos próximos meses, especialmente em função das condições climáticas e oferta agrícola.

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