Pesquisa para Senado: Com 2ª maior rejeição de Simone, Gerson Claro venceria a Ministra na espontânea e estimulada

O presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP), aparece em terceiro lugar e mostra crescimento consistente nas intenções de voto para o Senado por Mato Grosso do Sul, segundo pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência, divulgada na primeira semana deste mês de setembro.

A pesquisa foi feita entre 1º e 6 de setembro, junto a 3 mil moradores com 16 anos ou mais de idade, em 30 municípios de Mato Grosso do Sul, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos, traz as intenções de votos para as duas vagas de senadores do Estado.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, quando é feita a pergunta aos entrevistados e não é dada nenhuma alternativa para resposta, o ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB) lidera, com 12% das intenções de votos, seguido pelo senador Nelsinho Trad (PSD), com 5,4%, pelo deputado estadual Gerson Claro (PP), com 3,8%, pelo deputado federal Vander Loubet (PT), com 3,6%, e pelo ex-deputado estadual Capitão Contar (PRTB), com 3,4%.

Depois aparecem o deputado federal Marcos Pollon (PL), com 2%, a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL), com 1,6%, a ministra de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), com 2%, a senadora Soraya Thronicke (Podemos), com 1%, e o deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP), com 0,6%, sendo que 1% apontou outros nomes e 64,2% não sabem, não responderam, não votariam em nenhum deles ou votariam em branco.

Na comparação com os levantamentos anteriores, realizados de 6 a 15 de março, de 19 a 25 de maio e de 4 a 12 de julho deste ano, Azambuja tinha 8%, subiu para 9,4% e depois subiu para 11,2%, Nelsinho tinha 3,3%, subiu para 4% e depois subiu para 5%, Gerson tinha 2%, subiu para 2,6% e depois subiu para 3,2%, Vander tinha 1,2%, subiu para 2,4% e depois subiu para 3%, e Simone tinha 2% e depois manteve 2%.

Em seguida aparecem Soraya, que tinha 0,9%, subiu para 1,2% e depois subiu para 1,4%, Pollon, que tinha 1% e depois subiu para 1,2%, e Gianni, que tinha 0,6% e subiu para 1%, enquanto na primeira 0,5% dos entrevistados apontou outros nomes e 80% não sabiam, não responderam, não votariam em nenhum deles ou votariam em branco, enquanto na segunda 2% apontaram outros nomes e 71% não sabiam, não responderam, não votariam em nenhum deles ou votariam em branco e, na terceira, 2% apontaram outros nomes e 70% não sabem, não responderam, não votariam em nenhum deles ou votariam em branco.

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