Vereador Zé da Farmácia denuncia falta de medicamentos no CEM.

Nesta semana a equipe do gabinete do vereador Zé da Farmácia recebeu várias denúncias sobre a falta de remédios em muitas das unidades de saúde de Campo Grande. Infelizmente é uma pauta recorrente dentro da realidade do sistema de saúde em nossa capital, onde podemos constar que houveram vários pedidos encaminhados nesse sentido, com pouco ou nenhum resultado.

Em visita ao Centro especializado Municipal(CEM), foi dado ao parlamentar uma lista de fármacos que estão em falta, tais como: Acido Valproico, Agulhas e seringas para Insulina, Amoxicilina de miligramas variadas, Beclometasona, Bromoprida, Budesonida, Carbonato de Cálcio, Cilostazol, Cloreto de Potássio, Colírio Anestésico, Dexametasona, Dexclorfeniramina, Digoxina, Dipirona, Doxazosina, Finasterida, Fluconazol, Furosemida, Gliclazida, Guaco, Ibuprofeno 50mg e 600mg, Insulina, Isoflavona, Itraconazol, Losartana, Metformina, Metildopa, Metoprolol, Metronidazol, Neomicina, Nicotina goma, Nitrazepam, Nitrofurantonina, Nortriptilina, Omeprazol, Paracetamol, Prednisona, Propanolol, Sinvastatina, Sulfametoxazol, Tiamazol e Verapamil.

A cobrança sobre a demanda de remédios, distribuição e administração correta para toda a rede municipal de saúde, foi pauta do vereador Zé da Farmácia em sessão ordinária “Nossa função é fiscalizar e cobrar das secretarias competentes a gestão correta da pasta, remédios não pode faltar em prateleiras, isso representa perigo para população que depende desses medicamentos para dor, controle de pressão, tratamentos de doenças entre outros…” salientou o parlamentar.
Outra preocupação são as falhas e quedas no sistema entre as unidades e o SISREG (Sistema Nacional de Regulação). É um sistema on-line, criado para o gerenciamento de todo Complexo Regulatório indo da rede básica à internação
hospitalar, visando à humanização dos serviços, maior controle do fluxo e otimização na utilização dos recursos.

Foi constatado que por vezes o sistema se encontra “Fora do ar”, o que leva a demora no lançamento de consultas, laudos e encaixes em exames de maior complexibilidade. “Entendemos que a base do sistema fica em Brasília, e pode
ser que o problema já venha de lá, mas é mais um a questão de gestão a ser resolvida. Não é possível que um cidadão não consiga marcar seu exame ou tenha que voltar a unidade em dias posteriores devido a esse tipo de problema”
finaliza o vereador.

É preocupante quando há falta de medicamentos em uma central de saúde municipal, pois isso pode afetar diretamente a qualidade do atendimento e a saúde dos pacientes.

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Brasil volta a avançar na vacinação infantil

País alcançou 98% de cobertura da primeira dose e retomou protagonismo na imunização infantil O Brasil voltou a ser referência mundial na vacinação infantil após...

Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula

Ministro Alexandre de Moraes rejeitou pedido de adiamento feito pela defesa do senador e definiu nova data para o depoimento O Ministro do STF Alexandre...

AprovaJuv prepara jovens com cursinho pré-vestibular

A busca por uma vaga no ensino superior ganhou um reforço nesta segunda-feira (13) através do programa AprovaJuv. A parceria entre a Prefeitura de Campo Grande e...

Combate ao racismo ganha força durante a Copa do Mundo

Jogadores defendem que o enfrentamento ao preconceito ultrapassa os limites dos campos A reação contra ataques racistas envolvendo jogadores negros na Copa do Mundo de...