Juliana Aranda defende política que escuta, conecta e faz acontecer

Candidata a deputada estadual quer levar para a Assembleia Legislativa a experiência de 33 anos como empresária e 22 anos de associativismo, com prioridades em empreendedorismo, emprego, qualificação, saúde, educação e desenvolvimento.

Depois de apresentar sua trajetória construída no trabalho e no empreendedorismo, Juliana Aranda, candidata a deputada estadual, começa a detalhar as prioridades que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

Em entrevista nesta semana, Juliana afirmou que sua candidatura nasceu da experiência de quem conhece diferentes lados da sociedade: já foi funcionária, tornou-se empresária aos 19 anos, está há 33 anos à frente da RU Uniformes e acumula 22 anos de atuação no associativismo.

Agora, pretende transformar essa experiência em projetos, articulação e resultados.

“Quero fazer uma política que começa ouvindo. Precisamos entender o que cada cidade, cada região e cada setor realmente necessita, conectar as pessoas certas e acompanhar as demandas até termos uma resposta.”

EMPREGO E EMPREENDEDORISMO

Entre suas prioridades está o fortalecimento dos pequenos negócios e da economia local. Juliana defende ampliar, dentro da legislação, a participação das micro e pequenas empresas nas compras públicas, permitindo que mais recursos movimentem empresas, empregos e renda dentro do próprio Estado.

A qualificação profissional e a geração de oportunidades para os jovens também estão entre suas propostas. Ela defende maior integração entre escolas, empresas, entidades e instituições como SENAI, SESI, SEBRAE e demais integrantes do Sistema S, inclusive no interior.

A intenção é aproximar capacitação e mercado de trabalho, fortalecendo caminhos para estágio, primeiro emprego e empreendedorismo.

SAÚDE, EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Juliana também pretende atuar em saúde, educação, inclusão e desenvolvimento social, aproximando o poder público das instituições e da população.

Para ela, o papel de um deputado não se resume à criação de novas leis. Também envolve fiscalizar, buscar recursos, articular soluções e trabalhar para que boas leis que já existem sejam efetivamente cumpridas, independentemente de quem seja seu autor.

“Não quero fazer política de promessa. Quero levar a demanda para o lugar certo, conversar com quem pode decidir e acompanhar até a resposta chegar à população.”

Juliana afirma que essa maneira de trabalhar vem de sua própria trajetória empresarial e associativista e resume a forma como pretende exercer o mandato: escutar, conectar e fazer acontecer.

Ao eleitor, deixa um convite: conhecer a história, os valores, o trabalho realizado e as propostas de cada candidato antes de decidir o voto.

Juliana Aranda
Coragem pra mudar. Mulher que faz.

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