Gerson destaca desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, investimentos e infraestrutura que transforma vidas

Em entrevista ao programa Boca do Povo, da Rádio Difusora Pantanal FM 101.9, nesta terça-feira (4), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Gerson Claro (PP), afirmou que o Estado vive um dos períodos mais promissores de sua história em desenvolvimento econômico. Segundo ele, esse cenário é resultado da estabilidade política, da segurança jurídica e do trabalho conjunto entre os Poderes, fatores que têm impulsionado investimentos, ampliado a geração de empregos e fortalecido a infraestrutura em todas as regiões de Mato Grosso do Sul.

Ao fazer um balanço do primeiro semestre da Assembleia Legislativa, Gerson ressaltou que a Casa de Leis tem atuado para garantir os instrumentos necessários para que o Governo do Estado continue ampliando investimentos em infraestrutura e fortalecendo os municípios. Como exemplo, lembrou a aprovação de financiamentos destinados exclusivamente a obras estruturantes, reforçando que os recursos aprovados pelo Parlamento possuem destinação específica para investimentos.

“O Estado cresce e esse crescimento gera necessidade de investimento”, afirmou. “É igual reformar a casa da gente morando dentro dela. É horrível, mas não dá para parar tudo. O Estado está sendo reformado enquanto continua funcionando, enquanto as pessoas trabalham e a economia cresce.”

Segundo o presidente da ALEMS, o cenário atual é resultado de um conjunto de fatores que consolidaram Mato Grosso do Sul como um dos estados mais atrativos para novos empreendimentos.

“O Estado chamou a atenção do empresariado nacional e internacional muito pelo ambiente político de estabilidade, pelo ambiente econômico e pela segurança jurídica, pelo modelo de política e de tratamento implementado nos últimos anos”, destacou.

Para Gerson Claro, esse ambiente favorável permitiu que Mato Grosso do Sul deixasse de ser apenas um produtor de matéria-prima para agregar valor à sua produção. Ele citou a expansão da indústria da celulose, o crescimento das usinas de etanol de milho, os investimentos em bioenergia e a chegada de novas cadeias produtivas como exemplos da diversificação econômica que vem transformando diferentes regiões do Estado.

“Nós saímos de vender o boi em pé para beneficiar essa produção. Saímos da cana para o etanol, do milho para o etanol de milho. A celulose está crescendo, novas culturas estão chegando e essa diversificação da economia faz com que o Estado continue crescendo.”

O deputado observou que esse novo ciclo de desenvolvimento exige investimentos permanentes em infraestrutura para acompanhar o aumento da atividade econômica e o crescimento populacional provocado pela instalação de grandes empreendimentos.

Ao citar municípios como Inocência, Ribas do Rio Pardo, Três Lagoas, Sidrolândia e Nova Alvorada do Sul, Gerson explicou que grandes investimentos privados geram impactos diretos na demanda por rodovias, saúde, educação, segurança pública e serviços essenciais.

“Você imagina um parque de obras com 13 mil trabalhadores. São milhares de pessoas chegando, precisando de moradia, escola para os filhos, atendimento de saúde, segurança e infraestrutura. O desenvolvimento exige planejamento para que o Estado continue oferecendo qualidade de vida.”

Durante a entrevista, o presidente da Assembleia também fez uma reflexão sobre o significado das obras públicas. Ao lembrar a pavimentação de uma estrada na região de Sidrolândia, afirmou que a importância de um investimento não está apenas na obra em si, mas na transformação que ela proporciona à população.

“Não é o asfalto. É a vida das pessoas que foi transformada. Quem antes levava quatro horas para chegar à cidade, muitas vezes ficando atolado no caminho, hoje faz esse percurso em quinze minutos. É isso que dá sentido ao trabalho público.”

Gerson ainda aproveitou a entrevista para defender uma política construída com compromisso, história e resultados concretos. Segundo ele, a atividade política precisa ser encarada como uma missão de servir às pessoas, e não apenas como um cargo público.

“O trabalho é obrigação. Mas o trabalho político, quando é feito com amor, com vontade e com a alma, deixa de ser obrigação e passa a ser missão. É esse trabalho feito como missão que transforma a vida das pessoas.”

Ao encerrar a entrevista, Gerson Claro afirmou que o momento também é de prestar contas do mandato e fazer uma reflexão sobre os desafios que permanecem para os próximos anos. Segundo ele, a política exige humildade para reconhecer que ainda há muito a ser feito e disposição permanente para ouvir a população.

“Estamos encerrando um ciclo e esse é o momento de olhar para trás, observar as críticas e prestar contas. Nós não podemos nos conformar quando ainda existe alguém esperando por um exame ou por uma vaga em um hospital. Política não é para olhar para a vida pessoal; é para cuidar do coletivo.”

Para o presidente da ALEMS, o diálogo permanente com prefeitos, vereadores e a sociedade tem sido um dos pilares do modelo de gestão desenvolvido em Mato Grosso do Sul.

“Acho que ouvir é um segredo muito grande. A gente cresce quando aprende a ouvir a crítica, aprender com ela e avançar. A hora que alguém acha que é dono da verdade, deixa de crescer. É ouvindo as pessoas que conseguimos construir um Estado cada vez mais forte e preparado para o futuro.”

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