Ação retirou animais de áreas de risco e levou os peixes para pontos com melhores condições de sobrevivência.
O MPMS acompanha, pelo terceiro ano consecutivo, as condições ambientais do Rio da Prata, em Jardim. O órgão também apura as causas da crise hídrica e dos períodos de seca no curso d’água. A situação se agravou neste ano em um trecho próximo à Ponte do Curê, na MS-178. O Instituto Guarda Mirim Ambiental identificou áreas secas e poças isoladas, aumentando o risco de morte de espécies aquáticas por falta de água e evaporação.
Diante do cenário, uma operação realizada em setembro resgatou mais de 200 peixes. Lambaris, piraputangas, cascudos, joaninhas e traíras foram retirados de áreas afetadas e realocados para trechos do rio com melhores condições de sobrevivência. Em 2025, cerca de 1.421 peixes haviam sido resgatados em um trecho de 7 Km.
O MPMS informou que continuará acompanhando e fiscalizando as ações de preservação do Rio da Prata e aguardando novos relatórios técnicos sobre a situação ambiental.



