Reinaldo critica política monetária que encarece o crédito,trava investimentos e sobrecarrega famílias e prefeituras

A política monetária nacional, que mantém os juros em patamares elevados e penaliza quem mais precisa, é duramente criticada por Reinaldo Azambuja, pré-candidato ao Senado. Segundo ele, o assunto não é só para economistas — é coisa que mexe direto com o prato de comida e com o emprego de cada sul-mato-grossense. Quando o juro sobe em Brasília, o efeito chega rápido aqui na ponta: a prestação do carro ou da casa própria fica mais pesada, o cartão de crédito vira uma bola de neve e o dinheiro rende menos no supermercado, principalmente na hora de comprar os alimentos básicos. É uma corrente que aperta o bolso da família e trava a vida de quem quer trabalhar e crescer.

O reflexo dessa política, segundo Reinaldo, é sentido no dia a dia de quem faz o nosso Estado girar. O comerciante de Campo Grande que precisa de um fôlego para renovar o estoque acaba desistindo porque o empréstimo está caro demais. O produtor rural de Maracaju ou de Dourados segura o investimento em novas máquinas, e isso significa menos vagas de trabalho no campo.

Até as prefeituras do interior sofrem — o asfalto, a creche e a ponte ficam mais caros, já que o custo de tudo sobe, explica o pré-candidato ao Senado. Somente em abril, segundo ele, o Governo Federal gastou R$ 84,8 bilhões apenas para pagar juros da dívida em Brasília. É dinheiro que sai do suor do trabalhador e que faz falta imensa para equipar postos de saúde, reformar escolas e garantir segurança nas nossas ruas.

“O que adianta o país ter potencial se o custo do dinheiro inviabiliza quem produz? O produtor rural, o pequeno empresário, o prefeito que quer pavimentar uma rua — todos estão reféns de uma política monetária que não dialoga com a realidade de quem trabalha. Precisamos de previsibilidade, menos ruído e mais responsabilidade fiscal”, afirma Reinaldo.

Mato Grosso do Sul tem tudo para crescer ainda mais, com gente trabalhadora e uma força agrícola que é exemplo para o mundo. Mas o custo do dinheiro alto funciona como um freio de mão puxado. Enquanto o governo em Brasília não arruma a casa e gasta mais do que arrecada, a conta sobra para o cidadão comum: o pequeno empresário não consegue expandir o negócio, e o prefeito precisa fazer milagre com um orçamento engolido pela inflação. Sem responsabilidade com as contas públicas, quem paga a conta é o povo — que vê o desenvolvimento passar longe da sua porta.

“Não dá para aceitar que o dinheiro do trabalhador brasileiro sirva apenas para pagar juros em Brasília. Precisamos de um governo que gaste com responsabilidade e que invista onde o povo está: na saúde, na educação e na infraestrutura das nossas cidades”, completa.

Conhecedor profundo da realidade dos 79 municípios sul-mato-grossenses, Reinaldo reforça que o municipalismo — priorizar os recursos onde a vida acontece, e não na burocracia de Brasília — deve ser levado a sério pelo Senado, que representa os Estados, para garantir desenvolvimento e dignidade às famílias. Para ele, o fortalecimento das cidades passa, obrigatoriamente, por uma gestão federal que respeite o equilíbrio das contas públicas, permitindo que os juros baixem de forma sustentável e o investimento volte a transformar a realidade de quem vive no interior.

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