O ex-jogador Paulo Sérgio Rosa, conhecido como Viola, foi condenado a 3 anos e 10 meses de prisão em regime aberto por porte ilegal de arma de fogo, decisão resultante de um processo aberto em 2012 por sua ex-esposa. Na ocasião, Viola se trancou em casa com o filho após perder a guarda dele, e a polícia encontrou uma espingarda, um revólver e munições na residência. Ele chegou a ficar cinco dias preso. O juiz Gustavo Nardi, do Tribunal de Justiça de São Paulo, aceitou o pedido do Ministério Público, mas substituiu a pena por serviços comunitários e aplicou multa correspondente a um salário-mínimo de 2012.
,Viola ainda pode recorrer da decisão. Atualmente com 57 anos, o ex-atacante foi campeão do mundo com a seleção brasileira em 1994 e teve passagens por Corinthians, Palmeiras, Santos e Vasco, além de atuar no futebol turco e espanhol. Em 2024, teve seus pés registrados na calçada da fama do Corinthians. O caso reabre o debate sobre a responsabilização de ex-atletas fora de campo. Viola mantém prestígio histórico entre torcedores, mas sua imagem sofreu desgaste com o processo.
A execução da pena comunitária ainda depende de definição pelo Juízo de Execuções, e o ex-jogador terá acompanhamento durante o cumprimento das atividades. O episódio marca mais um capítulo da vida pessoal conturbada do ex-camisa 11 da seleção.
