A senadora Tereza Cristina (PP), de Mato Grosso do Sul, destacou a necessidade de ação rápida diante da medida chinesa que impõe cotas e tarifa de 55% sobre a carne bovina brasileira. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), da qual a parlamentar faz parte, informou que atuará junto ao MAPA, Itamaraty e órgãos de comércio exterior para dialogar com a China. A medida chinesa estabelece uma cota de 1,106 milhão de toneladas de carne sem tarifas adicionais em 2026 e será válida por três anos. A FPA enfatiza que a reação imediata é essencial para evitar instabilidade no mercado, impactos no abate e na renda do produtor.
O grupo também vai solicitar levantamento técnico sobre o fluxo recente das exportações para embasar a estratégia brasileira. Acrissul, entidade do setor, vê com otimismo a mudança tarifária, mas reforça cautela. O tema já estava no radar e agora exige respostas rápidas. Tereza Cristina e a FPA buscam preservar a previsibilidade e a competitividade da carne brasileira no mercado internacional. A expectativa é que a negociação direta com autoridades chinesas minimize riscos futuros.
O setor agropecuário brasileiro acompanha o desenvolvimento com atenção redobrada.
