A partir de 1º de janeiro de 2026, o novo salário mínimo de R$ 1.621 entra em vigor, após reajuste de 6,79% ou R$ 103, anunciado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento. O aumento considera a variação do INPC acumulada em 12 meses, de 4,18%, e a expansão do PIB de 3,4% registrada pelo IBGE. O valor anterior era de R$ 1.518. Especialistas do Dieese estimam que a medida injetará R$ 81,7 bilhões na economia, influenciando consumo, renda e arrecadação. O arcabouço fiscal limita o ganho real a um intervalo entre 0,6% e 2,5%, garantindo sustentabilidade das contas públicas.
Com o arredondamento legal, o salário mínimo de 2026 ficou em R$ 1.621, beneficiando milhões de trabalhadores. A expectativa é que a correção do salário mínimo também impacte benefícios sociais e programas de transferência de renda. A atualização anual é fundamental para proteger o poder de compra da população frente à inflação.
O governo reforça que o reajuste segue regras estabelecidas em lei, equilibrando crescimento econômico e responsabilidade fiscal.
