Alta no campo começa a ser repassada aos consumidores
Os preços do feijão seguem em alta na primeira quinzena de maio impulsionados pela restrição de oferta e pelas incertezas climáticas no Sul do Brasil. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), produtores acompanham os impactos das geadas nas lavouras, situação que mantém o mercado pressionado e já começa a refletir no bolso do consumidor. A valorização atinge tanto o feijão-carioca quanto o feijão-preto, dois dos principais itens da alimentação dos brasileiros.
No sul do Paraná, o feijão-carioca de qualidade superior chegou a R$ 372 a saca de 60 quilos, acumulando alta de 9,81% desde o início de maio. Já o feijão-preto registrou preço médio de R$ 204,36 a saca, avanço de 21,8% no mesmo período. O cenário de menor oferta aliado ao risco climático mantém produtores e consumidores atentos às próximas semanas, diante da possibilidade de novos reajustes nos preços dos alimentos.
