domingo, 8/02/2026

Período chuvoso acende alerta: além da dengue, chikungunya também exige atenção

Em plena estação chuvosa, os cuidados contra o Aedes aegypti se tornam ainda mais urgentes. Além da dengue, a chikungunya é uma doença cuja incidência sazonal se intensifica nesse período. Neste ano, foram confirmados 130 casos da doença em todo o Estado. Os dados são do boletim referente à semana epidemiológica 07 de 2025, que traz 1.468 casos prováveis da doença.

Embora ambas sejam transmitidas pelo mesmo mosquito, dengue e Chikungunya possuem diferenças importantes, principalmente nos sintomas. A chikungunya se destaca pela dor intensa e prolongada nas articulações, que pode durar semanas, meses, ou até anos, dificultando a rotina de quem contrai o vírus.

Principais diferenças entre chikungunya e dengue

Febre alta: presente em ambas, mas na chikungunya surge de forma súbita.
Dor nas articulações: intensa na chikungunya, podendo persistir por meses. Na dengue, a dor é mais muscular.
Manchas vermelhas: aparecem nos dois casos, mas na dengue podem vir acompanhadas de sangramentos.
Complicações: dengue pode evoluir para formas hemorrágicas; já a chikungunya raramente causa casos graves, mas pode deixar sequelas evoluindo para forma crônica, embora possa evoluir ao óbito em casos de uso de medicações anti-inflamatórios na fase aguda (até 14 dias de início de sintomas).

Prevenção segue a mesma regra: eliminar focos do mosquito

Mesmo com sintomas diferentes, a melhor forma de evitar ambas as doenças é a eliminação dos criadouros do mosquito. Evitar água parada, usar repelente e proteger os ambientes com telas são medidas essenciais.

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) reforça que, ao apresentar sintomas, a população deve procurar atendimento médico para diagnóstico e acompanhamento adequado. O período chuvoso favorece a proliferação do mosquito, mas a prevenção está ao alcance de todos.

“A chikungunya é uma doença que exige atenção constante. A SES tem se dedicado a fornecer suporte aos municípios no enfrentamento do Aedes aegypti, por meio de ações de prevenção e acompanhamento. A população precisa continuar se engajando, eliminando focos e buscando orientação médica caso surjam sintomas, para evitar complicações e promover a saúde coletiva”, finaliza a gerente técnica estadual de Doenças Endêmicas da SES, Jéssica Klener Lemos dos Santos.

CATEGORIAS:

Últimas Notícias

Mais notícias

Bolsonaro diz que cela na “Papudinha” é mais confortável que na PF

Ex-presidente relata melhora em laudo médico após transferência O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou em laudo médico datado de 20 de janeiro que percebeu uma melhora...

NOVA ALVORADA DO SUL: Prefeitura fortalece organizações sociais com capacitação e apoio em projetos

A Administração Municipal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, segue investindo na valorização das organizações sociais do município. Durante o...

Motorista bêbado foge após causar acidente no Jardim dos Estados

Batida entre dois veículos ocorreu durante a madrugada em Campo Grande Um motorista foi preso na madrugada desta sexta-feira (6) após se envolver em um...

Brasileira é eleita professora mais influente do mundo

Débora Garofalo recebe prêmio Global Teacher Influencer of the Year A educadora brasileira Débora Garofalo foi reconhecida como a professora mais influente do mundo pela...