Senival Moura é preso pela segunda vez na Operação Última Parada
O vereador de São Paulo Senival Moura (PT) voltou para a cadeia nesta quarta-feira (28). Preso preventivamente pela segunda vez na Operação Última Parada, o parlamentar é suspeito de envolvimento na gestão financeira da Transunião, empresa de ônibus investigada por suposta ligação com um esquema de lavagem de dinheiro associado ao PCC.
Pelo visto, a primeira passagem pela prisão não encerrou o capítulo. Detido em 25 de junho e solto em 5 de agosto, Senival agora volta ao centro de uma investigação que promete dar trabalho às autoridades. O Ministério Público e a Polícia Civil apuram se a empresa teria sido usada para movimentar dinheiro ilícito e facilitar a infiltração da facção criminosa no transporte coletivo paulistano.
Se confirmadas, as suspeitas revelariam que, por trás dos ônibus que circulam pelas ruas, pode haver uma engrenagem bem diferente daquela apresentada aos passageiros. Enquanto a população espera transporte digno e serviço eficiente, a investigação mira suspeitas graves nos bastidores do setor.
Até que os fatos sejam esclarecidos, vale lembrar: prisão preventiva não é condenação, e as suspeitas ainda precisam ser comprovadas pela Justiça.
